sexta-feira, 31 de julho de 2009

Brkm5

Estratégia dando certo. Stop de brkm5 para quem segurou firme, pode ser inserido agora com fechamento abaixo de 8,02.


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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Brkm5



Graficamente o ativo demonstra consolidação do rompimento de 7,50. Com um fechamento abaixo de 7,45 desconfigura o movimento. No intraday temos uma LTB ainda a ser rompida, que daria mais segurança ainda para entrada em brkm5.

Petr4


Atualizada.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Petr4


Petrobrás com resistência forte a 31,65-31,70 coincidindo com LTB que passa neste número aproximadamente. Enquanto abaixo não muda de sinal e rompendo, demonstra força para buscar a ultima resistência a 32,25-32,30.

Painel 30/07

BALANÇOS INJETAM APETITE POR RISCO NOS MERCADOS INTERNACIONAIS

BALANÇOS INJETAM APETITE POR RISCO NOS MERCADOS INTERNACIONAIS

Londres, 30 - O apetite por risco volta aos negócios nos mercados internacionais na manhã de hoje. O combustível são os diversos balanços já anunciados nesta quinta-feira, considerados positivos. Os investidores buscam as ações e as moedas europeias, em detrimento do dólar. As commodities voltam a mostrar ganhos.

Depois de provocarem correções ontem, os temores com a possibilidade de aperto no crédito da China, para segurar uma possível bolha de liquidez, ficam de lado. "Os empréstimos bancários (chineses) em junho foram absurdamente altos. Um avanço econômico forte pode ser obtido com o crescimento bem menor do crédito", ameniza o economista Paul Donovan, do UBS.

Prevalece hoje a boa percepção com os resultados corporativos, em um dia carregado de anúncios. O Deutsche Bank calcula que mais de 100 empresas informarão os números do segundo trimestre ao redor do globo - entre elas, a Embraer no Brasil.

Alcatel-Lucent, EDF e BT Group estão entre as companhias europeias que já divulgaram resultados melhores do que o esperado na manhã de hoje. Nos Estados Unidos, a safra prosseguirá com empresas como a Walt Disney e a ExxonMobil.

A boa temporada de balanços tem sido apontada como um dos principais motivos para a sustentação do rali nos mercados de ações, ainda que a melhora dos números seja atribuída especialmente ao corte de custos.

A resistência das bolsas, apesar de desafiar a cautela dos especialistas com o ritmo da recuperação global, cria um clima favorável para os ativos emergentes, como mostrou a bem-sucedida captação brasileira ontem, de US$ 500 milhões em Global 2037.

O ambiente de maior disposição para o risco resultará na fraqueza do dólar e do iene durante todo o segundo semestre, avaliam os especialistas do Merrill Lynch. Eles acreditam que a possibilidade de uma correção mais forte nos índices acionários está recuando, tendo em vista a motivação trazida pelos dados macroeconômicos mais favoráveis.

Às 7h55 (de Brasília), as bolsas de Londres (+1,16%), Paris (+1,05%) e Frankfurt (+0,45%) avançavam.

As moedas europeias também exibiam ganhos. O euro subia 0,12%, para US$ 1,4074, e a libra tinha alta de 0,74%, para US$ 1,64970.

No mesmo horário (acima), o petróleo recuperava parcialmente o acentuado tombo de ontem. A valorização era de 1,15%, para US$ 64,08, no pregão eletrônico da Nymex. (Daniela Milanese)

EUA: PEDIDOS DE AUXÍLIO-DESEMPREGO SOBEM 25 MIL NA SEMANA A 584 MIL

EUA: PEDIDOS DE AUXÍLIO-DESEMPREGO SOBEM 25 MIL NA SEMANA A 584 MIL

Washington, 30 - O número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego subiu 25 mil na semana até 25 de julho, após ajustes sazonais, para 584 mil, informou o Departamento de Trabalho dos EUA. Economistas esperavam aumento de 34 mil.

A média móvel de pedidos feitos em quatro semanas - calculada para suavizar a volatilidade do dado - caiu em 8,25 mil, para 559 mil, o menor nível desde 24 de janeiro.

Na semana encerrada em 18 de julho, o número total de norte-americanos que recebiam auxílio-desemprego caiu 54 mil, para 6,197 milhões, o menor nível desde 11 de abril.

Nos EUA, as regras para distribuição do auxílio-desemprego variam de acordo com o Estado e nem todos os desempregados têm direito ao benefício. As informações são da Dow Jones.(Cynthia Decloedt)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Painel 29/07

CHINA DERRUBA COMMODITIES, MAS AÇÕES EUROPEIAS SE DESCOLAM

CHINA DERRUBA COMMODITIES, MAS AÇÕES EUROPEIAS SE DESCOLAM

Londres, 29 - O mercado de ações da Europa se descola dos demais ativos internacionais e segue um caminho de valorização incansável, com investidores à caça de pechinchas. As praças ignoram completamente o ambiente de maior risco imposto pela China nesta manhã, que derruba as moedas do continente e as commodities.

O sinal de alerta veio da Bolsa de Xangai, que desabou 5% em meio às preocupações com a possibilidade de desaceleração do crédito no país e alertas de lucros de empresas domésticas. A Bolsa chegou a cair 7,7% durante o pregão. Segundo Boris Schlosserg, diretor de pesquisa de câmbio da corretora GFT, há rumores de que dois grandes bancos da China teriam restringido os empréstimos.

As informações sugerem que as autoridades chinesas estão ficando preocupadas com a velocidade da apreciação dos ativos financeiros, pois o forte estímulo econômico adotado pelo governo poderia estar criando uma bolha especulativa.

Segundo Schlosserg, esses temores surgem juntamente com a disparada de 56% registrada pelas ações da China State Construction Engineering na estreia após o IPO.

"A velocidade do crescimento da China é insustentável, a não ser que a demanda global cresça marcadamente no segundo semestre, (...) o que no momento parece improvável", escreve o especialista da GFT.

As discussões sobre o formato da recuperação global prevalecem. Para os analistas do Credit Suisse, com a estabilização do setor imobiliário, os segmentos automotivo e siderúrgico devem responder pela segunda perna da retomada econômica.

"Dito isso, estamos conscientes de que riscos substanciais continuam existindo", diz a equipe do banco suíço, citando a frágil confiança do consumidor e o "risco real" de que o S&P recue do patamar atual para os 930 pontos.

Ainda em meio à temporada de balanços, a agenda norte-americana traz novas oportunidades de avaliação da crise. As encomendas dos bens duráveis em junho saem às 9h30 e os estoques semanais de petróleo, às 11h30.

Às 7h32 (de Brasília), as bolsas de Londres (+0,74%), Paris (+1,36%) e Frankfurt (+1,58%) avançavam.

O euro (-0,14%, a US$ 1,4152) e a libra (-0,24%, a US$ 1,63940) mostravam desvalorizações na comparação com a moeda norte-americana. O dólar também ganhava sobre o iene, com alta de 0,52%, a 94,71 unidades.

O petróleo desabava 2,07%, para US$ 65,84, movimento que se espalhava por outras commodities. No mesmo horário (acima), a prata (-1,16%), o cobre (-1,75%), o milho (-0,62%) e o trigo (-0,74%) também recuavam nos mercados futuros.
(Daniela Milanese)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Painel 28/07

BOLSAS DA EUROPA FECHAM EM BAIXA COM REALIZAÇÃO DE LUCROS E BALANÇOS

BOLSAS DA EUROPA FECHAM EM BAIXA COM REALIZAÇÃO DE LUCROS E BALANÇOS

Londres, 28 - Os principais índices do mercado de ações europeu fecharam em baixa, em sua maioria, após a divulgação de balanços corporativos mistos pelo Deutsche Bank e pela BP, que diminuíram o ímpeto de alta das bolsas e atraíram realização de lucros. O índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 caiu 0,9%, para 218,54 pontos.

"O fato de o mercado encerrar perto das mínimas hoje não é um bom sinal para os investidores altistas no curto prazo", disse Angus Campbell, operador da Capital Spreads.

Em termos de mercados locais, o índice FTSE-100 da Bolsa de Londres recuou 57,29 pontos (1,25%), para 4.528,84 pontos. Em Frankfurt, o índice Xetra-DAX caiu 76,81 pontos (1,46%), para 5.174,74 pontos. Na Bolsa de Paris, o CAC-40 teve queda de 41,39 pontos (1,23%), para 3.330,97 pontos. Em Madri, o índice IBEX-35 avançou 72,30 pontos (0,68%), para 10.664,00 pontos.

O movimento de alta observado nos mercados de ações europeus recentemente foi construído sobre resultados corporativos melhores que o previsto. Nesta terça-feira, porém, alguns balanços contrariaram esta tendência.

As ações do Deutsche Bank caíram 11,4% e lideraram as perdas no setor financeiro. Embora o lucro do banco tenha crescido 68% no segundo trimestre, os investidores demonstraram preocupação com o aumento das provisões da instituição para as perdas com empréstimos.

A petrolífera BP recuou 3,1% após divulgar uma queda de 53% no lucro do segundo trimestre, embora o resultado tenha superado positivamente as expectativas do mercado.

As informações são da Dow Jones.
(Gustavo Nicoletta)

Alll11


Atualizando, alll11 perdeu o suporte de 11,10 do intraday e agora trabalha dentro de uma figura de cunha descendente, que normalmente é figura de alta. Agora é esperar o rompimento de um dos lados para realizar um trade com segurança.

Ibov


Perdeu suporte de curtíssimo prazo na faixa de 54.150, porém não demonstra força pra continuar caindo. Enquanto abaixo, a compra de qualquer ativo que seja pode ser arriscado, melhor aguardar firmar acima deste número novamente.

Klbn4



Outro ativo interessante é klbn4. No gráfico diário mostrou força se apoiando em uma LTA curta e colocando volumes acima da média nos últimos dias. No intraday parece montar bandeira nos gráficos de 15 e 30 minutos. Suporte a 3,11 com objetivo em 3,36 no curto prazo.

Alll11


Papel rompendo resistência a 11,17, potencial pra chegar a 11,30 ainda hoje. Volume projetado altíssimo. Suporte a 11,10.

Ibov


Mercado congestionado entre 54040 e 54550. Enquanto dentro desta área, ibovespa sem definição no curtíssimo prazo.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Djia

Hoje estou relembrando um gráfico que postei no meio da crise.

Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Djia

Painel 27/07

EXTERIOR DESAFIA EXPECTATIVA DE REALIZAÇÃO E DEMONSTRA APETITE

EXTERIOR DESAFIA EXPECTATIVA DE REALIZAÇÃO E DEMONSTRA APETITE

Londres, 27 - Os mercados internacionais desafiam as expectativas de uma realização de lucros e iniciam mais uma semana mostrando apetite pelo risco.

As bolsas e moedas europeias avançam, movimento que se espalha também pelas commodities. "A força do rali de dez dias no mercado de ações definitivamente nos surpreendeu", afirma Jim Reid, estrategista do Deutsche Bank.

O S&P 500, por exemplo, saltou 100 pontos no período, uma valorização de 11,3%. Ele nota que o indicador está seguindo de perto a perspectiva para crescimento econômico em 2010. No entanto, como não vê a atividade retornar ao padrão de antes da crise, o especialista acredita que em algum momento o mercado de ações terá de se mover para baixo.

Com agenda fraca hoje, o destaque da semana será o PIB dos EUA do segundo trimestre, a ser anunciado na sexta-feira. A expectativa é de queda de 1,5%, bem inferior ao tombo de 5,5% registrado nos primeiros três meses deste ano.

"A velocidade da retração diminuiu substancialmente, já que a economia finalmente atingiu o piso", avalia Ellen Beeson Zentner, do Bank of Tokyo Mitsubishi.

Ontem à noite, o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, defendeu a agressiva política monetária adotada para combater a crise. "Não serei o presidente do Federal Reserve da segunda Grande Depressão", disse.

Estratégias mais ousadas também tiveram de ser usadas pelo Banco Central Europeu. Há um ano, o BCE era atacado por elevar os juros a 4,25%. Hoje, a taxa está em 1% e a autoridade partiu para a compra de títulos no programa de afrouxamento quantitativo.

Para Aurelio Maccario, economista-chefe da zona do euro do UniCredit, apesar de as discussões sobre estratégias de saída estarem esquentando, esse só será um tema "concreto" no segundo semestre de 2010. Ele acredita que os juros continuarão em 1% até o final do próximo ano.

Às 7h55 horas (de Brasília), as bolsas de Londres (+0,29%), Paris (+0,98%) e Frankfurt (+1,24%) subiam.

O euro (+0,40%, a US$ 1,4281) e a libra (+0,09%, a US$ 1,6449) registravam valorizações, enquanto o dólar ganhava 0,41% sobre o iene, a 95,20 unidades.

As commodities também registram uma manhã de altas. O petróleo era cotado a US$ 68,60 (+0,81%), no mesmo horário (acima). O cobre (+2,04%) e a prata (+1,26%)estavam entre os destaques no mercado futuro. (Daniela Milanese)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Wege3


Atenção para o ativo que ensaia rompimento de importante LTB.

Painel 24/07

EUA: CONFIANÇA DO CONSUMIDOR RECUA PARA 66 EM JULHO

EUA: CONFIANÇA DO CONSUMIDOR RECUA PARA 66 EM JULHO

Nova York, 24 - O índice de sentimento do consumidor dos Estados Unidos, que mede a confiança do consumidor, medido pela Universidade de Michigan, caiu para 66 em julho, ante resultado de 70,8 em junho. Economistas esperavam que o índice recuasse para 64,6, mesmo nível do índice preliminar de julho.

As informações são da Dow Jones.(Marcílio Souza)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ibov


Ibovespa: simples assim!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Plas3

Atenção!!!

Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Plas3



Um dos papeis com maior potencial da bolsa. No diário demonstra acumulação/distribuição que decide novo rally entre os suportes de 2,18 e 2,44 (necessita fechar o pregão acima). Pelo semanal podemos visualizar melhor a configuração do ativo e seu potencial podendo muito bem ir para a resistência em torno de 4,50.

Brkm5



Graficamente o ativo demonstra consolidação do rompimento de 7,50. Com um fechamento abaixo de 7,45 desconfigura o movimento. No intraday temos uma LTB ainda a ser rompida, que daria mais segurança ainda para entrada em brkm5.

Painel 22/07

EXTERIOR DEIXA APETITE POR RISCO DE LADO ANTES DE MAIS BALANÇOS

EXTERIOR DEIXA APETITE POR RISCO DE LADO ANTES DE MAIS BALANÇOS

Londres, 22 - O clima é de realização de lucros nos mercados internacionais. Após dias seguidos de valorizações, o apetite pelo risco fica de lado na manhã desta quarta-feira, no aguardo de mais balanços nos Estados Unidos. As bolsas europeias e os futuros de Nova York recuam. O ambiente dá espaço para o dólar se firmar e, consequentemente, derruba o petróleo.

Os números do Morgan Stanley e do Wells Fargo são os mais aguardados do dia, em meio à fraca agenda de indicadores.

Até agora, a temporada de resultados corporativos está sendo bem recebida pelos investidores - apesar de a realização de hoje ignorar os dados positivos da Apple, anunciados ontem à noite.

O que traz cautela é a situação do CIT Group, que ainda corre o risco de entrar em concordata. Ontem à noite, a Microsoft informou que estava deixando de operar com a financiadora de pequenas e médias empresas.

O presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, volta ao Congresso hoje, para depor no Senado, a partir das 11 horas (de Brasília). Mas ninguém espera nada de novo. Vários analistas dizem que o depoimento de ontem foi antecipado pelo artigo de Bernanke no Wall Street Journal.

Na Câmara, a autoridade mostrou as ferramentas que possui para rever a expansão monetária, mas afirmou que as taxas de juros permanecerão baixas por um período prolongado. A alta do desemprego é uma das preocupações.

Os especialistas do Standard Chartered concordam que a inflação não é uma preocupação para o momento, tendo em vista o baixo índice de utilização da capacidade instalada e a fraqueza do mercado de trabalho.

Para eles, todos os principais bancos centrais manterão os juros muitos baixos pelos próximos 12 meses. "Somente economias como o Brasil, Índia, China e Indonésia, onde a demanda doméstica permanece relativamente forte, a inflação pode se tornar uma preocupação em 2010."

Hoje, o Copom deve voltar a reduzir a Selic, em meio ponto porcentual, para 8,75% ao ano, conforme a unanimidade dos analistas consultados pelo AE Projeções.

Às 7h55 (de Brasília), as bolsas de Londres (-0,14%), Paris (-0,60%) e Frankfurt (-0,26%) recuavam.

O petróleo perdia 1,22%, para US$ 64,81, antes da divulgação dos estoques nos Estados Unidos, às 11h30.

No mesmo horário (acima), o euro operava quase estável (+0,01%, a US$ 1,4196), enquanto a libra recuava (-0,17%, a US$ 1,6378). O dólar valia 93,44 ienes, recuo de 0,21%. (Daniela Milanese)

terça-feira, 21 de julho de 2009

Vale5


Atenção para o ativo! Entrando em zona de forte resistência, em torno de 31,50 a 32,00. Podemos ver claramente a grande distribuição do papel nos meses de maio e até a metade de junho.

Ibov


A faixa de 53.200 atuou como boa resistência no índice bovespa. No momento, respeitando LTA curta, visível nos 15 minutos. Perdendo esta, deve gerar mais uma breve realização. Dificilmente mercado irá virar para baixo forte e de uma vez, devido à força que subiu. Apesar disto, é bom ficar atento aos sinais que ele nos enviará nos próximos movimentos.

Painel 21/07

EXPECTATIVA COM BERNANKE DEIXA EXTERIOR EM COMPASSO DE ESPERA

EXPECTATIVA COM BERNANKE DEIXA EXTERIOR EM COMPASSO DE ESPERA

Londres, 21 - As palavras do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, definem o tom dos mercados hoje. A grande expectativa sobre a avaliação da autoridade monetária a respeito das estratégias de saída para a política de desaperto deixa os investidores em compasso de espera.

As bolsas da Europa mostram altas, apesar de os futuros em Nova York tocarem o terreno negativo. O euro e o petróleo operam de lado.

O otimismo retornou ao mercado nos últimos dias, a partir dos resultados corporativos bem assimilados. Ontem, o financiamento de US$ 3 bilhões obtido pelo CIT Group com os credores e a elevação da estimativa do Goldman Sachs para o S&P 500, a 1060 no final do ano, deram novo fôlego aos negócios.

Por isso, os investidores encaram com o sentimento bem acomodado a bateria de balanços desta terça-feira nos Estados Unidos - entre eles Yahoo! e Apple.

Os holofotes se voltam para o presidente do Fed, que faz seu depoimento semestral na Câmara, às 11 horas (de Brasília).

O mercado quer saber quando a forte política de desaperto monetário adotada para combater a crise começará a ser revertida, diante dos sinais de retomada.

Os analistas questionam se Bernanke responderá especificamente essa questão, pois avaliam que ainda não é o momento.

Em artigo publicado hoje no The Wall Street Journal, o presidente do Fed já descreve uma série de ferramentas que estão à disposição do banco central para impedir uma explosão inflacionária no futuro.

Mas, ao explicar "como", ele não diz "quando". "Meus colegas e eu acreditamos que políticas acomodatícias provavelmente estarão justificadas por um período prolongado", diz o artigo.

"Então, o debate é praticamente hipotético no momento", afirma Jim Reid,estrategista do Deutsche Bank, ao comentar o texto de Bernanke.

Para Rob Carnell, do ING, seria um "erro" colocar agora um prazo para as estratégias de saída, pois não há motivos para se preocupar com a inflação agora.

Os economistas continuam vendo sinais de melhora da atividade. Tanto que a equipe de Larry Hatheway, do UBS, acaba de elevar as projeções para o PIB global. Para este ano, a estimativa passou de queda de 1% para recuo de 0,8%. Em 2010, a economia mundial deve crescer 3%, ante 2,8% da previsão anterior.

Ainda assim, a cautela segue presente. Segundo o UBS, a velocidade do crescimento no próximo ano vai permanecer abaixo do padrão dos períodos de recuperação de pós-guerras.

"Preços e salários ficarão reprimidos, implicando somente em uma retirada gradual e parcial da política monetária acomodatícia até o final de 2010."

Às 7h55 (de Brasília), as bolsas de Londres (+0,65%), Paris (+0,80%) e Frankfurt (+0,93%) subiam.

O euro tinha alta de 0,08%, para US$ 1,4217, mas a libra recuava 0,57%, para US$ 1,6418. O governo do Reino Unido anunciou hoje que a dívida líquida chegou a 56,6% do PIB, nível mais alto da história.

O dólar era cotado a 94,20 ienes, alta de 0,31%.

No mesmo horário (acima), o petróleo operava a US$ 64,19 (+0,33%).(Daniela Milanese)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Jhsf3

Relembrando...
(suporte agora a 2,20)

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Jhsf3

Este é um ativo com enorme potencial. Graficamente não existe qualquer resistência pela frente, somente a 5,40. Apesar disto, claramente o papel montará novos níveis de suporte e resistência pelo caminho, mas realmente, rompeu a casa dos 2,00 (suporte 1,80) e sugere que ainda tem muito o que "andar".

Ibov


Mercado voltando para forte resistência situada na faixa de 53 mil e 200 pontos. Existe maior probabilidade no momento de andar de lado nos próximos dias com suave realização (bandeira). Nos Estados Unidos, as bolsas estão em seu sexto dia consecutivo de alta.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Painel 17/07

PROBLEMA DO CIT NOS EUA JÁ PROVOCA REAÇÃO EM CADEIA

PROBLEMA DO CIT NOS EUA JÁ PROVOCA REAÇÃO EM CADEIA

Nova York, 17 - Preocupações quanto ao destino da instituição financeira norte-americana CIT Group provocam uma reação em cadeia no setor de varejo e de manufatura. Ontem, segundo o WSJ, várias companhias interromperam o fornecimento de mercadorias e de negócios temendo as consequências de uma concordata.

O CIT empresta para cerca de 950 mil pequenos e médios empresas. É um dos maiores participantes no negócio de ceder crédito e adiantar recursos para varejistas e fabricantes de roupas, negócio conhecido como factoring. O CIT adianta recursos a seus clientes tomando recebíveis de seus negócios. Este serviço é prestado a cerca de 300 mil varejistas e 1,9 milhão fabricantes e importadores em todo o mundo. O CIT financia até US$ 40 bilhões em recebíveis nos EUA, segundo documento da companhia. Se o CIT entrar em concordata, os pagamentos agendados a seus clientes podem ser congelados pela justiça.

O governo federal aposta que o CIT não é grande o suficiente para causar um problema ao sistema financeiro. Mas como cedentes de crédito do tipo do CIT têm um papel fundamental na cadeia de fornecedores, fabricantes e varejistas, os problemas financeiros da empresa podem travar o fluxo de caixa para muitas empresas.

Para o comércio, este é um período aquecido pelas férias e pela perspectiva de volta às aulas. Se os fornecedores recusarem-se a distribuir bens para as lojas, em consequência de preocupações de que não serão pagos pelo CIT, os lojistas podem ter poucos produtos em suas prateleiras.

O presidente da Tharanco Group, Haresh Tharani, disse ter alertado o gerente de sua divisão que fabrica roupas para marcas como Greg Normam Collection e Doo.Ri, que suspenda o embarque de produtos a seus clientes até que a situação no CIT fique mais clara. A Tharanco tinha vendido recebíveis ao CIT em troca de dinheiro. "Estamos
preocupados com a possibilidade de não sermos pagos se nossos recebíveis se transformarem em ativos do CIT em um processo de concordata", afirmou o executivo.

Grandes nomes da indústria de lojas de departamento e pequenos varejistas receberam avisos de fornecedores que venderam seus recebíveis para o CIT e temem não serem pagos por seus bens vendidos, disseram pessoas próximas à questão. Alguns fornecedores pediram às grandes varejistas que façam os pagamentos diretamente a eles, ao invés de pagar ao CIT, afirmaram. As informações são da Dow Jones.
(Cynthia Decloedt)

VALE FECHA COM ITALIANA ILVA PREÇO 28,2% MENOR PARA O MINÉRIO DE FERRO

VALE FECHA COM ITALIANA ILVA PREÇO 28,2% MENOR PARA O MINÉRIO DE FERRO

São Paulo, 17 - A Vale concluiu a negociação do reajuste do preço de referência do minério de ferro e pelotas para 2009 com a siderúrgica italiana Ilva. Em nota, a mineradora afirma que os preços de referência para o minério de ferro fino caíram 28,2% em relação a 2008. Os novos preços de referência para 2009, em tonelada métrica seca (dmt), são de US$ 0,9651 por unidade de ferro para o minério de ferro fino do Sistema Sul e Sudeste (SSF) e de US$ 1,0095 para o fino de Carajás (SFCJ).

O preço das pelotas teve queda de 48,3% em relação a 2008 e o novo preço de referência para 2009 em tonelada métrica seca (dmt) é de US$ 1,1384 por unidade de ferro para pelotas do alto forno de Tubarão.(Equipe AE)

EUA: OBRAS DE RESIDÊNCIAS INICIADAS SOBEM 3,6% EM JUNHO A 582 MIL

EUA: OBRAS DE RESIDÊNCIAS INICIADAS SOBEM 3,6% EM JUNHO A 582 MIL

Washington, 17 - O número de construções residenciais iniciadas subiu 3,6% em junho, para a taxa anual sazonalmente ajustada de 582 mil, em relação ao mês anterior, informou o Departamento do Comércio. Em maio, as novas obras cresceram 17,3% para 562 mil, dado revisado de alta de 17,2% para 532 mil informada anteriormente. Economistas esperavam que a taxa ficasse estável em 562 mil.

As informações são da Dow Jones.
(Cynthia Decloedt)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Painel 16/07

LOBÃO: ESTATAL DO PRÉ-SAL PODERÁ ADMINISTRAR OUTRAS ÁREAS ESTRATÉGICAS

LOBÃO: ESTATAL DO PRÉ-SAL PODERÁ ADMINISTRAR OUTRAS ÁREAS ESTRATÉGICAS

Brasília, 16 - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje que a futura estatal, que será criada para administrar a exploração de petróleo do pré-sal, também poderá administrar as chamadas "áreas estratégicas" que, segundo o próprio ministro, seriam outras regiões do País, fora do pré-sal, onde eventualmente poderão existir grandes reservas de petróleo. "Tudo passará pela estatal e pela Agência Nacional do Petróleo. Onde houver grande concentração de petróleo, também poderá ir para a estatal", afirmou.

Na última segunda-feira, depois da reunião ministerial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lobão disse que o sistema de partilha - no qual o óleo pertence à União e as empresas são remuneradas por um porcentual fixo na produção ou na receita - deverá ser aplicado não somente no pré-sal, mas também nas "áreas estratégicas". Hoje o ministro acrescentou que essas áreas estratégicas também poderão ser administradas pela nova estatal que vai gerir o pré-sal.

Ao ser questionado se a ANP terá no pré-sal a incumbência de fazer os leilões, Lobão disse que a agência terá seu papel "relevante e saliente" como sempre teve, inclusive na formulação dos editais. "E os leilões são feitos a partir dos
editais", ressaltou. Com relação aos royalties do pré-sal e a disputa dos Estados que querem aumentar a participação nessas futuras áreas de exploração, Lobão limitou-se a afirmar que como o atual sistema será mantido nas áreas que já estão sendo exploradas, os Estados e municípios que recebem royalties continuarão com essa renda. Lobão também reiterou que a Petrobras, por ser uma empresa nacional, terá no pré-sal possibilidade de ser contratada diretamente. "Mas isso não impede a contratação de outras empresas".(Leonardo Goy)

PRINCIPAIS BOLSAS EUROPEIAS FECHAM EM ALTA

PRINCIPAIS BOLSAS EUROPEIAS FECHAM EM ALTA

São Paulo, 16 - Os principais índices do mercado de ações europeu fecharam em alta o pregão de hoje. Os principais avanços foram vistos na França e Espanha. Em Paris, a Bolsa encerrou o pregão em alta de 0,90%, aos 3.199,68 pontos. A Bolsa de Madri ganhou 0,93% e fechou aos 9.997,60 pontos. Embora com resultado mais modesto, o dia também foi de ganhos na Alemanha e no Reino Unido. A Bolsa de Londres ganhou 0,35% e fechou aos 4.361,84 pontos e a Bolsa de Frankfurt fechou em alta de 0,58%, aos 4.957,19 pontos.(Equipe AE)



Roubini Now Says The Worst Of Economic Crisis Is Over
Published: Thursday, 16 Jul 2009 | 3:35 PM ET
By: CNBC.com With Reuters

Nouriel Roubini, the economist whose dire forecasts earned him the nickname "Doctor Doom," is now saying that the worst of the economic and financial crisis may be over.

Nouriel Roubini
CNBC.com
Nouriel Roubini

Roubini, of RGE Global Monitor, still warned that the US may need a second fiscal stimulus package of up to $250 billion around the end of the year to boost the deteriorating labor market, Reuters reported.

The stimulus "cannot be too small, but it cannot be too large," Roubini said, or financial markets will become too worried about the sustainability of the U.S. debt.

But he also signaled that economic and the financial crisis may not get any worse, contrary to his warning last month that there could be another downturn toward the end of next year.

Roubini is one of the few economists who foretold much of the current financial turmoil, but until now he has remained pessimistic stance even amid signs that the economy was beginning to bottom.

Last month, he told CNBC Europe the rising oil prices and interest rates are likely to suppress a budding recovery.

"I see even the risk of a double-dip, W-shaped recession… towards the end of next year," Roubini said.

"Oil could be closer to $100 a barrel towards the end of this year, this could be a negative shock to the economy," he said, adding that other dangers come from long-term interest rates and big budget deficits.

In the next few months, unemployment may reach 11 percent in the US and around 10 percent in Europe.

Because of bad macroeconomic data and poor earnings prospects as companies have weak pricing power and demand is still subdued, the surprises will be on the downside, he said.

"That's why I believe there's going to be a significant market correction for equities, for commodities and even for credit," Roubini added.

He said recovery signs should come from unemployment, housing, industrial production, sales and consumption data.

"When I look at them I see so far still more yellow weeds than green shoots. They have to bottom out, in my view they haven't bottomed out. This recovery, unfortunately, because of the debt overhang… is going to be a very weak economic recovery, in my view," he added.

© 2009 CNBC

Plas3



Um dos papeis com maior potencial da bolsa. No diário demonstra acumulação/distribuição que decide novo rally entre os suportes de 2,18 e 2,44 (necessita fechar o pregão acima). Pelo semanal podemos visualizar melhor a configuração do ativo e seu potencial podendo muito bem ir para a resistência em torno de 4,50.

Brkm5


Relembrando o ativo, que postei alguns dias atrás, hoje está bem em cima de resistência a qual libera o papel para novo rally de alta. Próxima resistência a 8,95.

Ibov


Ibovespa com zoom no gráfico diário já rompeu a LTB e com a mínima de hoje, testa a linha rompida por cima. Suporte a 50.980 e resistência a 51.400.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Ibov


Mercado formou dois desenhos. Um OCO, demonstrado pela linha mais clara, e uma cunha descendente (altista), verificada pela linha escura. Para o lado que romper temos o novo movimento do índice bovespa e novas operações serão bem vindas. Enquanto isso, sigo no day trade.

Painel 15/07

EXTERIOR OTIMISTA APÓS INTEL; META DE PRODUÇÃO DA RIO TINTO ANIMA

EXTERIOR OTIMISTA APÓS INTEL; META DE PRODUÇÃO DA RIO TINTO ANIMA

Londres, 15 - As bolsas europeias operam em alta, assim como os futuros de Nova York, impulsionados pelo otimismo dos investidores em relação à temporada de balanços, depois dos resultados divulgados por Goldman Sachs, Johnson & Johnson, Intel e ASML Holding NV. O sentimento positivo do mercado contribui para um maior apetite por risco, o que eleva o euro frente ao dólar e provoca alta nas commodities. Com o avanço dos metais, as ações da Rio Tinto sobem mais de 3% em Londres, beneficiadas também pela manutenção da meta de produção de minério de ferro este ano pela mineradora.

"Começamos bem ontem, com resultados melhores que o esperado. Estamos na temporada de balanços, então se empresas grandes têm boa performance, isso é o suficiente para puxar o viés do mercado a favor das compras", disse David Scott, presidente da Chase Investment Council.

As ações de tecnologia estão entre os destaques, depois que a Intel informou ontem à noite receita no segundo trimestre melhor que o esperado.

Hoje, a fabricante holandesa de equipamentos semicondutores ASML Holding NV divulgou prejuízo menor no segundo trimestre, de 104 milhões de euros, e disse que espera chegar ao equilíbrio (break-even) até o final de 2009.

Às 8h55 (de Brasília), as ações da ASML subiam 3,2%, Alcatel-Lucent ganhava 9,6% - a empresa teve sua recomendação elevada para compra pelo Bank of America Merrill Lynch. STMicroelectronics subia 6,6%, Nokia avançava 5,1% e Infineon ganhava 4,2%. No pré-mercado da Bolsa de Nova York, os papéis da Intel saltavam 7,6%.

No mesmo horário, a Bolsa de Londres subia 1,56%; Paris ganhava 1,71% e Frankfurt tinha valorização de 1,76%. O futuro Nasdaq 100 avançava 1,73% e o S&P 500 subia 1,05%.

O setor bancário também contribui para os ganhos nas bolsas europeias, com os investidores ainda reagindo positivamente ao balanço do Goldman Sachs, divulgado ontem. Société Générale ganhava 3,7%, Credit Agricole subia 3,1%, Dexia avançava 3% e BNP Paribas tinha alta de 0,6%.

Os papéis da Rio Tinto subiam 3,6% em Londres, acompanhando a alta do cobre pelo terceiro dia seguido. A terceira maior mineradora do mundo também reafirmou sua meta de produção de minério de ferro este ano, de cerca de 200 milhões de toneladas em uma base de 100%, diante da esperada recuperação na demanda chinesa no segundo semestre de 2009. A Rio Tinto disse que vendeu cerca de metade do minério de ferro que produziu no primeiro trimestre no mercado à vista.

Entre as demais ações ligadas a commodities, Fresnillo subia 4,1%, Tullow Oil avançava 5,2% e Xstrata ganhava 5,4%. O cobre para setembro na Comex eletrônica tinha alta de 2,44%, a US$ 2,3550 a libra peso. Na Nymex eletrônica, o petróleo para agosto subia 1,63%, a US$ 60,49 por barril.

O setor automotivo também vigora entre as ações em alta na Europa, com a informação de que os novos registros de carros em junho aumentaram 2,4%, em base anual, no primeiro avanço em 14 meses, ajudado pelos incentivos dos governos. Os principais beneficiários foram Volkswagen (cujas ações subiam 1,8%) e Fiat (que avançava 1,1%). Daimler ganhava 1,6% e BMW tinha alta de 1%.

A Volkswagen informou hoje que seu conselho de supervisão deve realizar reunião extraordinária em 23 de julho, mas não deu detalhes da agenda. A reunião sinaliza que a empresa pode estar perto de uma decisão sobre a planejada integração com a Porsche Automobil Holding. Em mais notícias relacionadas ao setor, a RHJ International também está no foco, após o Wall Street Journal relatar que ela está pronta para oferecer cerca de US$ 300 milhões pelo controle da unidade europeia da
General Motors, a Opel.

Operadores ponderaram que os volumes de negociação estão mais fracos, por causa da temporada de verão no hemisfério Norte. Uma nota de perspectiva de investimentos do Morgan Stanley Smith Barney afirmou que os mercados financeiros devem continuar voláteis durante o verão, conforme os investidores digerem notícias econômicas e corporativas.

Hoje, dados finais da agência de estatísticas Eurostat mostraram que o índice de preços ao consumidor (CPI) da zona do euro caiu 0,1% em junho ante junho de 2008, a primeira queda anual na história da pesquisa. O dado ficou em linha com o previsto. Logo mais, às 9h30 (de Brasília), sai o CPI dos EUA, cuja expectativa é de alta de 0,6% em junho ante maio. A manhã reserva ainda o índice de atividade industrial Empire State, a produção industrial nos EUA em junho e os estoques semanais de petróleo.

Às 8h54 (de Brasília), o euro subia 0,62%, para US$ 1,4064, enquanto o dólar cedia 0,06%, a 93,50 ienes. As informações são da Dow Jones. (Nathália Ferreira)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Brkm5


Bela configuração de brkm5. Parece montar uma acumulação, o que normalmente, após um repique de alta como o do ativo, gera mais uma boa "pernada" de alta. Suporte a 6,92 e resistência intermediária a 7,55 (acima, em base de fechamento, testa o último topo em 8,20) . Rompendo um destes números sinaliza o próximo movimento.

Djia


Dow Jones enquanto acima de 8.280 ainda é saudável, e desfaz sinal de queda. No semanal encontrou mm21 e agora pode gerar um bom repique, provavelmente na casa dos 8.500.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Painel 13/07

NY: BOLSAS SOBEM C/PREVISÃO FAVORÁVEL PARA GOLDMAN E OUTROS BANCOS

NY: BOLSAS SOBEM C/PREVISÃO FAVORÁVEL PARA GOLDMAN E OUTROS BANCOS

Nova York, 13 - Os principais índices do mercado de ações dos EUA operavam em alta, puxados pelo bom desempenho dos papéis de bancos após a divulgação de previsões favoráveis para o setor.

As ações de bancos ganharam força após a analista financeira Meredith Whitney recomendar a compra de papéis do Goldman Sachs (+5,34%), afirmando que a instituição pode ser beneficiada por sua forte atuação no atual "tsunami de emissões de dívidas" corporativas e do governo.

Ela também disse, durante uma entrevista concedida à rede de televisão CNBC, que os papéis do setor financeiro são uma boa opção de compra no curto prazo devido aos negócios robustos no segmento de hipotecas. Whitney ganhou fama no ano passado por ter previsto corretamente a queda dos preços dos papéis de grandes bancos, contrariando a maior parte das projeções que circulavam no mercado na ocasião.

Nesta semana, algumas das principais instituições financeiras dos EUA anunciarão seus resultados do segundo trimestre. A primeira delas será o Goldman Sachs, que apresenta o balanço na terça-feira. O JPMorgan publicará seus resultados na quinta-feira, enquanto na sexta-feira será a vez do Citigroup e do Bank of America.

As informações são da Dow Jones.
(Gustavo Nicoletta)

Jhsf3

Este é um ativo com enorme potencial. Graficamente não existe qualquer resistência pela frente, somente a 5,40. Apesar disto, claramente o papel montará novos níveis de suporte e resistência pelo caminho, mas realmente, rompeu a casa dos 2,00 (suporte 1,80) e sugere que ainda tem muito o que "andar".

Petr4

Petr4 ainda necessita romper a faixa de 29,90 para sinalizar um teste na casa dos 30,70. Enquanto abaixo, permanece em congestão com viés baixista.

Vale5

Estou impossibilitado de postar gráficos hoje devido a um problema de internet, porém, vale5 enquanto acima de 28,14 sinaliza um teste na casa dos 28,70. Amanhã pela manhã insiro os gráficos.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Painel 10/07

PETROBRAS ESCLARECE SOBRE POÇO SECO NA ÁREA DO PRÉ-SAL

PETROBRAS ESCLARECE SOBRE POÇO SECO NA ÁREA DO PRÉ-SAL

São Paulo, 10 - A Petrobras esclareceu em comunicado que o Bloco BM-S-22 localizado na Bacia de Santos, onde a norte-americana Hess Corporation confirmou um poço seco na área, é operado pelo consórcio formado pela Exxon Mobil (40% - operadora), Hess Corporation (40%) e Petrobras (20%). Assim, segundo o contrato de concessão,somente o operador da área pode comunicar eventos, tais como resultado de perfuração de poços, ao ente regulador, assim como ao mercado em geral.

Desta forma, segundo a estatal, como o consórcio comunicou a ANP, através do operador, a conclusão da perfuração do segundo poço na área do BM-S-22, e como não foi detectado indícios de óleo, não se torna necessário o envio de nenhuma comunicação adicional à ANP, conforme determina a legislação vigente e nem ao mercado. Além disso, a companhia vem informando ao mercado de forma recorrente a impossibilidade de se pronunciar sobre os blocos operados por outras empresas.

A Petrobras destacou que em toda atividade exploratória do petróleo existe o risco de o poço ser seco (não se encontrar hidrocarbonetos em quantidade adequada à comercialização), segundo esclarecimento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Um poço seco, portanto, é algo recorrente da indústria do petróleo e não fato extraordinário. Adicionalmente, o resultado de um poço seco não torna conclusiva a comercialidade do bloco", ressalta a empresa no documento.

A empresa ainda observa que, no caso do pré-sal, segundo informações amplamente divulgadas pela companhia, os seis blocos operados pela estatal na Bacia de Santos apresentaram índice de sucesso de 100%. E que é entendimento da Petrobras que são improváveis as ocorrências de poços secos, fora dos padrões normais da indústria de petróleo, nessa área do pré-sal da Bacia de Santos, devido ao conhecimento dos modelos geológicos, da quantidade de dados sísmicos e do número de poços já perfurados com sucesso.

Sobre o comportamento das ações após a veiculação da notícia do poço seco na imprensa, a estatal diz que este está relacionado a diversos fatores, tais como desempenho da economia brasileira e mundial, taxa de câmbio, desempenho operacional e financeiro da empresa, dentre tantos outros. Ademais como empresa do setor de óleo, a oscilação do preço das ações da Petrobras está altamente correlacionada com os movimentos dos preços do petróleo no mercado internacional, que vêm apresentando acentuada volatilidade.(Equipe AE)


IMPORTAÇÃO DE PETRÓLEO PELA CHINA CRESCE 14% EM JUNHO; MINÉRIO +46%

IMPORTAÇÃO DE PETRÓLEO PELA CHINA CRESCE 14% EM JUNHO; MINÉRIO +46%

Xangai, 10 - As importações de petróleo bruto pela China subiram para 16,61 milhões de toneladas em junho, ou 4,06 milhões de barris por dia, 14% a mais do que os níveis de junho do ano passado. Segundo dados da Administração Geral de Alfândegas do país, nos primeiros seis meses deste ano, as importações de petróleo pela China subiram 0,3% ante igual intervalo do ano passado, para 90,77 milhões de toneladas, ou 3,645 milhões de barris por dia.

As importações de produtos derivados de petróleo somaram 3,58 milhões de toneladas em junho, 7% a mais do que em igual mês do ano passado. As exportações de produtos de petróleo pelos chineses aumentaram 44%, para 3,58 milhões de toneladas. As exportações de petróleo bruto, por sua vez, somaram 300 mil toneladas em junho.

Também em junho as importações de minério de ferro pela China cresceram 46% frente a igual mês de 2008, para 55,29 milhões de toneladas. Na comparação com maio, o aumento foi de 3,4%. No período de janeiro a junho, os chineses importaram 297,2 milhões de toneladas de minério de ferro, 29% a mais que em igual período de 2008.

O país exportou 1,43 milhão de toneladas e importou 1,63 milhão de produtos siderúrgicos em junho. No primeiro semestre, as exportações de produtos siderúrgicos recuaram 65% na comparação com igual período do ano passado, para 9,34 milhões de toneladas, enquanto as importações diminuíram 1,8%, para 8,13 milhões de toneladas. As informações são da Dow Jones.(Marcílio Souza)

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Painel 09/07

EUA: GM DEVE ANUNCIAR FIM DA CONCORDATA EM ENTREVISTA AMANHÃ ÀS 10H

EUA: GM DEVE ANUNCIAR FIM DA CONCORDATA EM ENTREVISTA AMANHÃ ÀS 10H

BUFFET DEFENDE SEGUNDO PACOTE DE ESTÍMULO ECONÔMICO NOS EUA

BUFFET DEFENDE SEGUNDO PACOTE DE ESTÍMULO ECONÔMICO NOS EUA

Nova York, 9 - O megainvestidor Warren Buffet afirmou durante uma entrevista concedida à rede de televisão ABC que um novo pacote de estímulo à economia dos EUA "pode ser necessário" e que é preciso adotar uma postura cautelosa em relação às projeções sobre o fim da recessão. "Os EUA não estão em queda livre, mas também não estamos em uma recuperação."

Buffet foi um dos críticos do plano de incentivo econômico de mais de US$ 700bilhões implementado pelo governo norte-americano no início deste ano para combater a crise financeira, chegando a comparar os potenciais efeitos do programa a "engolir meio comprimido de Viagra com alguns doces misturados".

O megainvestidor afirmou, por outro lado, que possui uma perspectiva otimista para o longo prazo. "Quero enfatizar que vamos sair dessa melhor do que nunca", disse Buffet. "Não sei exatamente quando sairemos, mas voltaremos em grande estilo." As informações são da Dow Jones. (Gustavo Nicoletta)

NY: BOLSAS SOBEM COM DADO DE AUXÍLIO-DESEMPREGO E BALANÇO DA ALCOA

NY: BOLSAS SOBEM COM DADO DE AUXÍLIO-DESEMPREGO E BALANÇO DA ALCOA

Nova York, 9 - Os principais índices do mercado de ações dos EUA operam em alta, em sua maioria impulsionados pelo declínio no número de norte-americanos que solicitaram pela primeira vez o auxílio-desemprego e pelo resultado da Alcoa no segundo trimestre, divulgado ontem, que surpreendeu positivamente os analistas e trouxe um pouco de alívio aos investidores.

Às 13h51 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,04%, para 8.175 pontos. Entre os componentes do índice, registravam avanço o Bank of America (+2,79%), a Intel (+1,57%) e a General Electric (+1,49%).

A Alcoa ganhava 0,21% após divulgar resultados ontem, a Merck perdia 3,96% após a notícia de que um teste clínico que compararia o desempenho de uma droga produzida pela Abbott Laboratories com o de uma fabricada pela Merck e pela Schering-Plough foi cancelado. Os investidores esperavam que o resultado do teste pudesse aumentar as vendas do medicamento.

Entre os demais índices, o Nasdaq ganhava 0,54%, para 1.756 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,45%, para 883 pontos.

Segundo Don Bright, sócio da Bright Trading, o mercado está preso a uma calmaria sazonal e deve apresentar baixa volatilidade e pouco volume de negociações. Ele estima que o índice S&P 500 pode oscilar em até 50 pontos nas próximas semanas,tanto para cima quanto para baixo, se houver poucas surpresas significativas nos balanços corporativos.

"Estamos pairando em torno de patamares técnicos importantes" e muitos operadores estão concentrados no nível de 880 pontos para o S&P, afirmou Bright.

Nos mercados de câmbio e de Treasuries, o maior apetite por risco pressionava o dólar e os preços dos títulos - com respectivo movimento inverso dos juros.As informações são da Dow Jones. (Gustavo Nicoletta)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Djia


Dow Jones furou uma cunha formada ao longo de três dias. Já deu um sinal de perda da força vendedora neste movimento, e confirma com um rompimento dos 8.210 (se rompido por ir rapidamente a 8.320). Suporte importante agora 8.110. Com o feriado amanhã em São Paulo, só nos resta acompanhar amanhã o desempenho das bolsas mundiais.

Painel 08/07

HESS, PARCEIRA DA PETROBRAS, CONFIRMA O 1º POÇO SECO DO PRÉ-SAL

HESS, PARCEIRA DA PETROBRAS, CONFIRMA O 1º POÇO SECO DO PRÉ-SAL

Rio, 6 - A petroleira norte-americana Hess Corporation confirmou hoje, em comunicado à imprensa, que resultou seco o poço que vinha sendo perfurado no bloco BM-S-22, na Bacia de Santos. Este é o primeiro poço perfurado no pré-sal de Santos que não encontra um reservatório de petróleo. Até então 100% de todos os outros poços haviam se deparado com reservas de óleo. A Amerada Hess possui 40% da concessão do BM-S-22, que é operado pela Exxon, com 40%. Este é o único bloco na área do polo de Tupi em que a Petrobras não é a operadora. A estatal participa com 20%.

Conhecido como prospecto de Guarani, o poço perfurado no BM-S-22 já vinha sendo comentado nos bastidores do setor como o primeiro resultado negativo do pré-sal brasileiro, porque mesmo após a conclusão dos trabalhos no local, a operadora não havia feito qualquer comunicado à Agência Nacional do Petróleo.

O BM-S-22 já havia tido um poço anterior perfurado com sucesso. O bloco concentra as maiores expectativas dos geólogos devido aos estudos sísmicos realizados no local e que apontam elevadas possibilidades de acumulações na área. O consórcio analisa agora a locação de um terceiro poço no bloco.

A perfuração dos poços no BM-S-22 está sendo realizada pela sonda West Polaris, afretada pela Exxon junto à Seadrill. O contrato tem validade de três anos, mas a Petrobras negocia com a petroleira norte-americana a cessão da sonda de perfuração para atuar em outras áreas do pré-sal da Bacia de Santos. (Kelly Lima)

PETROBRAS DESCARTA RISCO DE HAVER POÇOS SECOS ONDE OPERA NO PRÉ-SAL

PETROBRAS DESCARTA RISCO DE HAVER POÇOS SECOS ONDE OPERA NO PRÉ-SAL

São Paulo, 8 - O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, acredita que não há risco de encontrar poços vazios nos seis campos de exploração de petróleo na camada pré-sal, operados pela companhia na Bacia de Santos. "Nós temos seis áreas e estamos com todos os dados constatando as nossas informações iniciais", disse, ontem à noite, após participar do evento "Melhores e Maiores", da revista Exame.

O executivo não quis comentar o fato de um dos poços do bloco BM-S-22, na Bacia de Santos, ser seco. Essa área é operada pela Exxon, que possui participação de 40%. Parcela igual tem a Hess Corporation, ficando o restante com a Petrobras. "Não comentamos o que não é operado por nós", disse. No entanto, acrescentou que novos estudos devem ser feitos nessa área. Trata-se do primeiro poço perfurado no pré-sal de Santos em que não foi encontrada reserva de petróleo.

Gabrielli minimizou ainda a questão da interrupção dos testes em Tupi. Na última segunda-feira, dia 6, a Petrobras informou que foi detectado um problema técnico em um dos parafusos do equipamento que controla a pressão e vazão do poço submarino desse bloco, e por isso a companhia precisou suspender o teste de longa duração (TLD). A troca de equipamento deverá durar entre três e quatro meses, mas ainda assim o executivo não acredita que o cronograma para extração de óleo dessa área será comprometido. "É preciso fazer apenas uma substituição e ainda teremos 15 meses para os testes", disse. O início da produção comercial dessa área está previsto para o quarto trimestre de 2010.

O executivo se mostrou confortável em relação às necessidades de financiamento da companhia para os próximos dois anos. Gabrielli reiterou que o caixa é suficiente para arcar com os investimentos por no mínimo dois anos, podendo chegar a cinco.
No cenário de pior estresse, com a cotação média do barril de petróleo a US$ 37 neste ano, US$ 40 no ano que vem e US$ 45 em 2011, as receitas e as captações já feitas seriam suficientes para as necessidades da empresa para os próximos dois anos, disse ele. Já no caso da média ficar em US$ 65, a companhia teria garantidos cinco anos de suas necessidades. Nesse período, o plano é investir US$ 174,4 bilhões, parte proveniente das receitas operacionais e outros US$ 30 bilhões de captações com terceiros. No entanto, só nos cinco primeiros meses deste ano a companhia já conseguiu mais de US$ 33 bilhões. "E, se houver novas oportunidades no mercado, podemos captar mais", afirmou Gabrielli. (Ana Paula Ribeiro)

terça-feira, 7 de julho de 2009

Painel 07/07

NY: SAÍDA DOS PACOTES DEVE GERAR CONTROVÉRSIA EM ENCONTRO DO G-8

NY: SAÍDA DOS PACOTES DEVE GERAR CONTROVÉRSIA EM ENCONTRO DO G-8

Nova York, 7 - Economistas em Wall Street avaliam a situação dos estímulos das políticas fiscal e monetária no mundo como um tema sensível nesta reunião do G-8, em L'Aquila, na Itália. Em antecipação ao encontro de três dias que tem início nesta quarta-feira, os analistas em Nova York chamam atenção sobre a divergência entre os Estados Unidos e a Alemanha, com este último pressionando por planos para saída dos pacotes de estímulos, diante do temor que a atual expansão fiscal e monetária irá alimentar a inflação no mundo.

Os profissionais estimam que o governo dos EUA, com suporte do Reino Unido, deve se posicionar favoravelmente à manutenção do estímulo às políticas fiscal e monetária até que apareçam sinais claros de que há estabilidade no cenário econômico mundial. Hoje, segundo a Fox News, em Moscou, o presidente dos EUA, Barack Obama, teria sugerido que não descarta um segundo pacote federal. Sobre o estímulo já em andamento, Obama acrescentou que o processo não poderia ser interrompido rapidamente, uma vez leva tempo para que os reflexos apareçam nos projetos dos Estados e dos municípios no país.

De outro lado, há a expectativa de que a Alemanha irá argumentar em favor da elaboração de uma estratégia conjunta para delinear a saída, ou encerramento, das medidas extraordinárias, em especial de expansão da política monetária implementadas em diversas economias. A chanceler alemã, Angela Merkel, tem sido consistente ao reiterar que não é a favor de uma segunda rodada de medidas de estímulo e tem destacado a necessidade de haver conversas sobre planos para evitar que a inflação dispare no mundo em função dos planos dos governos para o combate à recessão. No encontro em Washington, há pouco mais de 10 dias, Obama e Merkel disseram que conversaram sobre o G-8, falaram em progresso, mas evitaram a questão dos estímulos das políticas federais.

A equipe da consultoria norte-americana IHS Global Insight para assuntos soberanos destaca que pode ser cedo demais para discutir saída dos estímulos diante dos riscos que ainda pairam sobre as economias mundiais. A instituição cita projeção de declínio de 2% para a economia mundial neste ano e prevê que o PIB do G-8, em particular, pode ficar em um intervalo entre -5% a -9% no mesmo período, sem falar no colapso do comércio internacional.

No detalhe, o economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius, não vê com preocupação a habilidade do Federal Reserve para sair do posicionamento monetário atual. "Há inúmeras formas para articular um aperto das condições monetárias. A perda de controle em caso de aceleração da inflação parece muito improvável", afirma. Em oposição, Hatzius diz que se preocupa com a habilidade do Fed em responder a um enfraquecimento maior da atividade econômica ou mesmo da inflação. "Surpresas negativas são mais prováveis do que positivas", adverte. Segundo o economista, haveria muito mais dificuldade em articular flexibilização suficiente para lidar com enfraquecimento adicional da economia.

Os analistas em Nova York acreditam que é improvável que o comunicado do G-8 traga propostas para uma nova moeda de reserva internacional em substituição ao dólar. Apesar das manifestações recentes dos russos com foco para este debate agora no G-8, os analistas lembram que os membros do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), reconhecidamente os principais interessados na questão, não conseguiram chegar a um consenso sobre o tema para a publicação oficial do comunicado da reunião que tiveram no dia 16 de junho, em Ecaterimburgo, na Rússia.
O G-8 reúne Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Japão e Rússia. Nesta edição na Itália, que vai do dia 8 ao dia 10, Brasil, Índia, China, México e África do Sul vão participar como observadores e integrar alguns debates e também deve haver um painel com a presença do Egito.

O dia mais importante para o mercado de moedas, diz um estrategista do UBS, será a quinta-feira, dia 9, quando haverá sessões de debates entre os membros do G-8 e os países emergentes convidados. Hoje, um conselheiro do governo russo afirmou que o país defenderá no G-8 uma nova moeda de reserva internacional. Na semana anterior, foram membros do governo chinês que se manifestaram sobre a questão. Mas os economistas não acreditam que o G-8 irá carregar um comunicado com proposição para uma moeda alternativa ao sistema de reserva mundial.

A razão principal para esta percepção é o argumento de que nem mesmo o bloco BRIC fez isso no comunicado que se seguiu ao encontro realizado em junho. Naquele encontro, acrescenta a equipe de estratégia cambial do HSBC, o resultado foi "previsível", sem menção da substituição do dólar no documento oficial divulgado ao final da reunião, na Rússia. Analistas avaliam que, se não houve manifestação formal entre os principais interessados para a substituição do dólar por uma outra moeda supranacional, é mais improvável ainda que qualquer menção apareça no comunicado doG-8, que, mesmo com a presença da Rússia, reúne as sete economias mais industrializadas do globo.

Na prática, argumenta o diretor para mercados emergentes do RBC Capital Markets,Nick Chamie, a substituição do dólar como a principal moeda de reserva global não é um risco para o curto prazo e demandaria um período muito longo para que isso pudesse ocorrer.

Para o Bank of New York Mellon para mercados globais, Michael Woolfolk, uma reestruturação no sistema monetário mundial neste nível seria algo prematuro pelo risco de exacerbar o que já é a recessão mais severa desde a Grande Depressão. Na prática, ele acredita que, ao longo do tempo, o sistema financeiro global irá se tornar menos dependente do dólar no ritmo em que a economia mundial também se tornar cada vez menos dependente da economia dos Estados Unidos. (Nalu Fernandes)

Lame4



Este papel está me chamando muita atenção! No período diário podemos ver um movimento de acumulação/distribuição, o qual decide entre as faixas de 8,90 e 9,45.
No intraday existem um canal de baixa que se rompido para cima, deve levar o ativo ao teste da resistência em 9,45. Também podemos perceber a figura de um OCO invertido, com a linha de pescoço neste último número. O objetivo da alta seria 10,15 caso confirmado o desenho.
Repetindo, suporte em 8,90.

Petr4



Já existe divergência de alta no gráfico diário de Petrobrás PN verificado pelo estocástico. Através do Fibonacci, podemos visualizar os diversos pontos de repique, o qual tem maior probabilidade de alcançar 30,90 (sem desconfigurar ainda a tendência de queda do papel). Suporte agora a 29,70.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ibov


Analisando o padrão do OCO no Ibovespa, podemos concluir que a configuração do ombro esquerdo, é formado por dois topos, ou seja, exatamente dois ombros. Normalmente, este tipo de figura acompanha seu padrão, e temos fortes probabilidades de testar novamente a faixa de 52.000 para montar o segundo ombro. Isto não quer dizer que se perdermos o suporte a 49.200 antes mesmo de fazer o segundo ombro invalida a figura; somente quer dizer que existe maior chance de formarmos o segundo ombro como anteriormente dito.
Novamente, também não quer dizer que o OCO está confirmado, e a capacidade de irmos a 52.000 é de 100%, porém, é o mais provável e é importante também traçarmos todo tipo de cenário para estarmos preparados.
O rompimento dos 52.200 desfaz a figura do OCO, mas ainda teremos um forte suporte a 49.200 que é um divisor de águas para nossa bolsa.

Painel 06/07

MOODY´S: RESPOSTA DO BRASIL A CHOQUE INDICA ECONOMIA MAIS FORTE

MOODY´S: RESPOSTA DO BRASIL A CHOQUE INDICA ECONOMIA MAIS FORTE

São Paulo, 6 - O diretor regional de Moody's para a América Latina, Mauro Leos, afirmou à Agência Estado que a boa resposta da economia do País ao choque externo provocado pela recessão mundial foi um dos principais motivos que levaram à agência internacional a iniciar um processo de revisão do rating soberano. "A pronta reação do Brasil à crise mostrou que está mais forte em termos relativos a outros países que possuem até ratings superiores", comentou.

Leos destacou que quando a Moody´s realiza a revisão de rating de um País em 66% dos casos ocorre o upgrade. Se isso de fato ocorrer, o Brasil pode até outubro ver elevadas pela instituição as notas relativas à dívida pública em reais e passivo em moeda estrangeira de Ba1 para Baa3. Esta é a primeira nota da categoria investment grade, avaliação concedida no ano passado pela Standard&Poor´s e Fitch Ratings.

"A condução da política econômica nos últimos anos, sobretudo com inflação sobre controle pelo Banco Central e compromisso com a estabilidade fiscal, foram muito importantes para que o Brasil atingisse o atual estágio econômico que lhe permitiu enfrentar bem o choque externo", comentou. "Em termos comparativos, o Brasil está bem melhor que vários países porque as ações do governo de ordem fiscal e monetária foram rápidas e elevaram a resistência do País, que registrou uma desaceleração do nível de atividade, mas não está passando por uma crise", afirmou.

Mauro Leos elogiou os comentários realizados hoje pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, nos quais enfatizou que o Brasil tem um compromisso permanente com a boa gestão fiscal e que o superávit primário de 2,5% do PIB para este ano será alcançado. De acordo com o ministro, tal poupança do Orçamento será elevada para 3,3% do PIB em 2010 e o tamanho da dívida pública em relação ao produto interno bruto deve atingir de 40% a 41% em 2009, mas no ano que vem vai alcançar o mesmo patamar ou até cair. "As posições expressas pelo ministro Mantega são bastante relevantes e reforçam o quanto o Brasil está engajado em administrar de forma eficiente as contas públicas no longo prazo", disse.

No dia 28 de abril, em entrevista à AE, Leos afirmou que no começo deste semestre uma equipe de analistas faria uma visita ao Brasil, a partir da qual poderia começar um processo de revisão de rating soberano. O fato de tal fato ter ocorrido antes da viagem dos técnicos da agência de rating pode ser interpretado como uma indicação de que a agência pode conceder em breve o upgrade ao País. (Ricardo Leopoldo)

Vale5


Vale5 entrando em zona de suporte na faixa de 29,10. Existe já uma divergência de alta em alguns indicadores. O papel não pode perder 29,00 em base de fechamento.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Painel 03/07

BOLSAS EUROPEIAS FECHAM EM ALTA, EXCETO FRANKFURT, QUE CEDEU 0,22%

BOLSAS EUROPEIAS FECHAM EM ALTA, EXCETO FRANKFURT, QUE CEDEU 0,22%

São Paulo, 03 - Os principais índices de ações do mercado europeu fecharam em alta, com exceção da Bolsa de Frankfurt, que cedeu 0,22%. A Bolsa de Londres encerrou o pregão desta sexta-feira com ganho de 0,05% e a Bolsa de Paris subiu 0,10%. A Bolsa de Madri fechou em alta de 0,67%.(Equipe AE)


O medo deles

O medo deles

Celso Ming - Celso Ming

O Estado de S. Paulo - 03/07/2009

Ontem foi a vez do presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, tentar aplacar temores de que a inflação possa voltar a galope na zona do euro.


Após a decisão sobre os juros (que foram mantidos em 1% ao ano), tomada ontem, Trichet deu sua costumeira entrevista. E, apesar da expressiva queda da inflação (de 0,1% em junho), explicou que, na hora apropriada, os grandes bancos centrais estarão provendo o enxugamento ordenado da enorme liquidez que inunda hoje os mercados.

Dia 3 de junho fora a vez de Ben Bernanke, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), de assegurar em depoimento dado no Congresso americano de que "o Fed não está monetizando a dívida do Tesouro americano".

Há meses, chefes de Estado e analistas de prestígio vêm denunciando o enorme potencial inflacionário do despejo de ao menos US$ 18 trilhões pelos bancos e pelos Tesouros dos países centrais (dados da ONU).

Um dos dados mais preocupantes que pipocam nos computadores dos analistas é a rápida elevação do rendimento (yield) dos títulos públicos de longo prazo nos Estados Unidos. Nos últimos seis meses, por exemplo, o rendimento dos títulos de dez anos do Tesouro americano aumentaram de 2,23% ao ano registrados ao final de dezembro para 3,52% ao final de junho.

Em março, o Fed decidira recomprar US$ 300 bilhões desses títulos e outro US$ 1 trilhão em ativos amarrados a hipotecas, com objetivo de neutralizar essa alta. O principal problema do momento é o de que uma esticada do rendimento dos títulos de longo prazo tende a ser repassada para os juros cobrados nos contratos habitacionais (hipotecas) e afundar ainda mais os preços dos imóveis.

Essa alta dos rendimentos reflete certa rejeição dos ativos públicos, fato que derruba seus preços de revenda no mercado. A queda do seu preço, ou seja, a necessidade de gastar menos dólares para tê-los em carteira, aumenta a proporção dos juros previstos em contrato em relação ao capital investido.

Duas são as explicações para essa alta da remuneração dos títulos de longo prazo. A primeira é a de que os investidores estão prevendo uma inflação futura em proporção tal que desvalorize em termos reais o retorno dos títulos de dívida. A alta bem menos acentuada dos títulos com correção pela inflação parece reforçar essa hipótese. A segunda é a de que os investidores estejam prevendo enorme despejo de títulos públicos nos próximos dez anos destinado a financiar o déficit orçamentário dos Estados Unidos (previsto em quase US$ 2 trilhões por ano), em volume superior à demanda que possa haver nesse período.

Apesar das reiteradas declarações de cunho tranquilizador passadas por Bernanke e por Trichet, o mercado não parece seguro, aparentemente porque não entendeu ainda como será possível retirar tantos trilhões de dólares no mercado sem provocar novo colapso no crédito ou outros solavancos no mercado financeiro global.

E há, também, a questão da coordenação dessa operação. A derrubada da atividade econômica está bem mais acentuada na Europa do que nos Estados Unidos. E a situação dos bancos europeus, que enfrentam forte calote, também está mais complicada.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Painel 02/07

INVESTIMENTO DE FUNDOS EM COMMODITY BATE RECORDE EM PLENA RECESSÃO

INVESTIMENTO DE FUNDOS EM COMMODITY BATE RECORDE EM PLENA RECESSÃO

São Paulo, 2 - O fluxo de dinheiro para os mercados futuros de commodities registrou crescimento recorde no primeiro semestre do ano, anunciando uma aposta dos investidores na recuperação da economia e em futuras pressões inflacionárias. Segundo levantamento preliminar do banco de investimento Barclays Capital, fundos aplicaram mais de US$ 36 bilhões em contratos de metais, combustíveis e produtos agrícolas nos seis primeiros meses do ano, o que significa um crescimento de 86% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os investidores enxugaram suas carteiras de commodities depois do estouro da crise financeira, há quase um ano. Os preços de vários produtos desabaram mais de 50% até março, quando começaram a reagir. Desde então, os fundos não apenas aumentaram suas aplicações como reverteram sua posição nas bolsas. Ou seja, liquidaram contratos de venda e abriram posições de compra. Na prática, deixaram de apostar na queda para apostar na alta dos preços.

Apenas no mercado futuro da soja, os fundos abriram quase 100 mil contratos de compra entre março e junho deste ano, segundo dados da Comissão de Comércio de Commodities e Futuros dos Estados Unidos (CFTC). O número corresponde à aquisição de 13,6 milhões de toneladas - ou dois terços da soja colhida este ano no Mato Grosso. Em maio, o saldo total de compra dos fundos nas bolsas americanas de commodities superou a marca dos 800 mil contratos, maior nível desde julho de 2008.

O comportamento dos preços no segundo trimestre mostra que os especuladores foram recompensados. O índice de commodities CRB, que havia caído nos três trimestres anteriores, subiu 13,4% e já acumula alta de 8,9% em 2009.
Outro índice de commodities, o S&P GSCI, registrou em maio sua maior alta mensal desde setembro de 1990 (20%).
Produto com maior peso nas cestas de commodities, o petróleo disparou mais de 30% entre abril e junho; o açúcar, 26,7%; e o cobre, 22,5%.

A reação dos mercados de commodities surpreendeu muitos analistas e levanta dúvidas sobre sua sustentabilidade, já que o mundo continua mergulhado numa das piores recessões da história e sem sinais claros de recuperação. O que mais chama a atenção é o fato de que as matérias-primas que mais se valorizaram nos últimos meses estão entre as mais atreladas ao desempenho da economia.

Inicialmente, analistas acreditavam que produtos agrícolas e metais preciosos seriam as primeiras commodities a se recuperar, levando-se em conta que a demanda por alimentos é menos sensível a variações de renda e o ouro é um ativo muito procurado em tempos de incerteza e aversão ao risco.

Os analistas estavam errados. De acordo com o índice Dow Jones-UBS, os contratos de metais básicos e energia, que deveriam demorar mais para se recuperar, foram os que deram mais retorno no primeiro trimestre - a carteira de metais teve valorização média de 22,4%, enquanto a de energia ganhou 17,4%. Commodities agrícolas e metais preciosos avançaram apenas 5,6% e 1,3%, respectivamente.

"De modo geral, parece que os ciclos de preço das commodities estão acelerando, enquanto os ciclos de investimento físico estão ficando cada vez mais demorados", afirma relatório do Barclays Capital. Para o banco, a mudança na percepção dos investidores em relação à crise e ao potencial de recuperação das economias foi suficiente para que o interesse pela compra de commodities fosse reativado.

Nilson Monteiro, diretor de commodities da Link Investimentos, diz que mercado está "precificando" agora um cenário que não deve se concretizar antes de meados de 2010. Como muitos analistas, ele acredita que as medidas de estímulo econômico praticadas pelos governos de todo o mundo - e que culminaram na injeção de alguns trilhões de dólares nas economias - vão pressionar a inflação no médio prazo.

Juro zero - Como ativos físicos, os preços das commodities tendem a refletir bem a inflação, o que ajuda a explicar o interesse por essa classe de ativos. "Como os juros estão perto de zero nos países desenvolvidos, as commodities tornaram-se um hedge (proteção) muito barato", explica um analista de um grande banco brasileiro.

O levantamento do Barclays ajuda a sustentar essa tese. Cerca de dois terços dos US$ 15 bilhões que entraram nas commodities no último trimestre vieram de fundos indexados, os chamados index funds. Ao contrário dos fundos de hedge, que compram e vendem ativamente, na tentativa de acertar as tendências de preço, os index funds assumem uma posição passiva de compra. Tratam-se essencialmente de investidores de longo prazo, como os fundos de pensão norte-americanos.

"Eles não estão investindo porque o petróleo passou de US$ 70. Eles estão lá para o longo prazo, caso o barril chegue a US$ 200", disse recentemente Michael McGlone, diretor de indexação de commodities da Standard & Poor's.

Tais como os aposentados do Norte, alguns governos também têm aplicado recursos em commodities por meio de seus fundos soberanos. "Catar, Cingapura e China são apenas alguns dos países que estão acompanhando as commodities mais de perto, com foco na diversificação de suas reservas", afirma o Barclays. Segundo o banco, o interesse não se limita à compra de contratos futuros. "Adquirir participação em companhias do setor a fim de assegurar oferta no longo prazo tornou-se igualmente popular".

Apetite chinês - O caso da China é emblemático. Detentor de mais de US$ 2 trilhões em suas reservas internacionais, o país tem manifestado preocupação com a desvalorização do dólar nos últimos anos, a ponto de discutir com outros países em desenvolvimento a criação de uma nova moeda de reserva para o mundo. Ao mesmo tempo, a China é o maior importador mundial de matérias-primas, especialmente de metais industriais e alimentos, cujos preços tendem a subir no longo prazo.

O Partido Comunista então aproveitou os preços relativamente baixos de minérios e grãos e recompôs seus estoques, com o objetivo de abastecer as indústrias locais durante o processo de recuperação da economia. A estratégia fez com que as importações chinesas de diversos produtos batessem recorde no início de 2009, aumentando de modo significativo sua participação na demanda mundial por commodities.

Entre janeiro e abril, por exemplo, a participação da China na demanda por aço atingiu 43%, ante 39% um ano antes. No mercado de cobre, sua fatia cresceu de 27% para 38%. Além disso, a China deve responder por 53% da demanda internacional por soja na safra 2008/09, ante 48% em 2007/08.

"Em sua gestão das reservas internacionais, o Partido Comunista provavelmente teve melhor desempenho que a maioria dos fundos privados no último ano. A China capitalizou a crise financeira que paralisou as economias 'desenvolvidas' ao estocar commodities baratas, minar a competição de suas principais estatais e adquirir mais ativos internacionais", afirma o Barclays.

Segundo analistas, o apetite chinês ajuda a explicar, com base em fundamentos, a forte recuperação das commodities metálicas em 2009. O problema é que o processo de recomposição dos estoques parece estar perto do fim, o que pode retirar o suporte em que o mercado se sustentou nos últimos meses. "Além disso, para a China produzir, o mundo precisa comprar. E aí está a questão: Os Estados Unidos, principal cliente, continuam patinando; Europa e Japão também", alerta Nilson Monteiro.

Férias de verão - Monteiro prevê uma acomodação dos preços das matérias-primas no terceiro trimestre, período de menor movimento nas bolsas por causa das férias de verão no Hemisfério Norte. Na verdade, os mercados já corrigiram parte dos ganhos expressivos do último trimestre nas duas semanas finais de junho, o que revela uma maior cautela em relação à demanda e à recuperação das economias.

Segundo analistas, sinais de agravamento da recessão e novos surtos de aversão ao risco podem derrubar novamente os preços. A própria elevação das commodities pode atrasar a recuperação da economia. "Para cada dólar de aumento no preço do petróleo, o mundo gasta mais US$ 30 bilhões em consumo", alerta Vinícius Ito, operador de commodities agrícolas da corretora Newedge US, em Nova York.

Monteiro se diz otimista em relação aos preços das commodities no longo prazo, mas não arrisca previsões. "É difícil falar em tendência depois do que aconteceu em agosto do ano passado. Estamos diante de variáveis que são inéditas e precisam ser estudadas. A alta recente pode sinalizar uma reversão de tendência, mas também pode ser apenas uma correção da forte queda ocorrida após o estouro da crise", diz. "De fato, entre todas as mudanças que colocaram as commodities em ebulição nos últimos tempos, a mais importante é a de que o 'normal' não é mais o que costumava ser", sentencia o Barclays. (Gerson Freitas Jr.)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Panorama Ibovespa e Dow Jones



Ambos os índices estão com a mesma configuração no período diário; um forte padrão conhecido como OCO (Ombro - Cabeça - Ombro). No Brasil, o desenho só se confirma na perda dos 50.100 e no Dow Jones, 8.300 (ambos em base de fechamento).

Painel 01/07

SEMESTRE COMEÇA COM DISPOSIÇÃO PARA RISCO NO EXTERIOR

SEMESTRE COMEÇA COM DISPOSIÇÃO PARA RISCO NO EXTERIOR

Londres, 1 - O segundo semestre começa com disposição para o risco nos mercados internacionais. Dados vindos da Ásia contribuem para o sentimento positivo neste início de quarta-feira, antes de uma bateria de indicadores nos Estados Unidos.

As bolsas europeias exibem valorizações superiores a 1%, após os desempenhos decepcionantes de ontem.

Resta saber se o ânimo irá prevalecer após o teste de resistência nas próximas horas, que só termina amanhã com o payroll, antes do descanso do feriado nos EUA.

Já há uma série de informações a serem assimiladas logo no começo do dia, com destaque para a Ásia. A China é apontada como responsável pela maior parte do otimismo, já que o índice de atividade industrial dos gerentes de compra (PMI),
divulgado pela Federação Chinesa de Logística & Compra (CFLP, na sigla em inglês), oficial do país, subiu de 53,1 em maio para 53,2 em junho, a quarta alta consecutiva.
No Japão, a pesquisa Tankan mostrou que o índice de confiança das grandes empresas manufatureiras do país abandonou o fundo do poço de -58 registrado em março para atingir -48 em junho. Apesar da melhora, o indicador ficou abaixo das previsões, limitando o entusiasmo com o número - tanto que a Bolsa de Tóquio recuou 0,2%.

Segundo Caroline Newhouse-Cohen, do BNP Paribas, apesar de representar a primeira alta em nove trimestres, o resultado não compensa a forte piora registrada desde dezembro.

Na Europa, a revisão final do PMI da zona do euro em junho registrou leve melhora. O indicador ficou em 42,6, acima dos 42,4 anunciados anteriormente.

"A mensagem continua a mesma: os índices estão subindo em todas as maiores economias da zona do euro e as encomendas e o nível dos estoques apontam para nova melhora nos próximos meses", diz Janet Henry, do HSBC.

Agora, será preciso fôlego para enfrentar o calendário norte-americano. A maratona começa com a criação de vagas no setor privado em junho medida pela ADP, um importante parâmetro para o payroll, às 9h15 (de Brasília).

A agenda também traz o índice de atividade do setor industrial do ISM, os gastos com construção e as vendas de imóveis pendentes, todos às 11 horas. Meia hora depois, saem os estoques de petróleo.

Sem horário definido, as montadoras norte-americanas divulgam as vendas de veículos em junho.

Às 8h28 (de Brasília), as bolsas de Londres (+1,47%), Paris (+1,90%) e Frankfurt (+1,61%) subiam.

O petróleo avançava 1,96%, para US$ 71,24, no pregão eletrônico da Nymex.

No mercado de câmbio, as principais moedas operam de lado. No mesmo horário (acima), o euro subia 0,27%, para US$ 1,4072, mas a libra perdia 0,04%, para US$ 1,6445. O dólar valia 96,89 ienes (+0,10%). (Daniela Milanese)