sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Ibov
Painel 04/12
TÓQUIO AVANÇA 0,5% E SUPERA 10 MIL PONTOS APÓS MAIS DE UM MÊS; XANGAI SOBE 1,6%
TÓQUIO AVANÇA 0,5% E SUPERA 10 MIL PONTOS APÓS MAIS DE UM MÊS; XANGAI SOBE 1,6%
CHINA/REGULADOR:COMPOSIÇÃO DE RESERVAS NÃO MUDOU; DÓLAR É PRINCIPAL
CHINA/REGULADOR:COMPOSIÇÃO DE RESERVAS NÃO MUDOU; DÓLAR É PRINCIPAL
Pequim, 4 - A China não promoveu nenhuma grande mudança em sua estratégia para administrar as reservas em moeda estrangeira, apesar de algumas autoridades e economistas defenderem maior diversificação. A declaração foi dada nesta sexta-feira pelo vice-diretor da Administração Estatal de Câmbio do país, Wang Xiaoyi, em meio ao enfraquecimento do dólar.
"A composição (das reservas) continua como estava; não há nenhuma grande mudança", afirmou Xiaoyi, às margens de um fórum econômico. Ele não deu detalhes sobre a composição das reservas, mas disse que elas continuaram a crescer em outubro e novembro, dos US$ 2,27 trilhões no final de setembro - o último mês para os quais os dados oficiais estão disponíveis.
"Não estamos fazendo grandes ajustes de direção. Nossas operações ainda estão como o normal, o que significa que seguem a meta de gerenciamento de reservas", disse Xiaoyi.
Paralelamente, a cópia de um livro sobre gerenciamento de câmbio publicada no site do regulador cambial afirmou que a estratégia de manter o dólar como parte principal das reservas e adequadamente diversificar em outras moedas atende as necessidades da nação.
A China vai continuar prudente em investir suas vastas reservas e vai persistir em diversificar em moedas principais e ativos de boa qualidade, afirma o livro, crescentando que o papel do dólar como moeda principal de reserva não mudará no curto prazo.
Altas autoridades chinesas, incluindo o primeiro-ministro Wen Jiabao, manifestaram repetidamente neste ano a preocupação com o dólar, que responde pela maior parte das reservas em moeda estrangeira da China, as maiores do mundo. A China teme que a enorme dívida assumida pelo governo dos EUA para sustentar os gastos com o estímulo à economia possam levar à inflação, afetando o valor das reservas chinesas.
Em seu pronunciamento no fórum, Xiaoyi disse que o órgão regulador continuará a liberalizar a conta de capital, mas também reiterou que serão reforçados o monitoramento dos fluxos de capital e os controles de risco.
Na última segunda-feira, em reportagem do jornal "Economic Information Daily", uma fonte da Comissão de Administração e Supervisão dos Ativos Estatais disse que a crise da Dubai World é uma oportunidade para a China investir parte de suas reservas cambiais em ouro e petróleo. As informações são da Dow Jones. (Clarissa Mangueira)
Pequim, 4 - A China não promoveu nenhuma grande mudança em sua estratégia para administrar as reservas em moeda estrangeira, apesar de algumas autoridades e economistas defenderem maior diversificação. A declaração foi dada nesta sexta-feira pelo vice-diretor da Administração Estatal de Câmbio do país, Wang Xiaoyi, em meio ao enfraquecimento do dólar.
"A composição (das reservas) continua como estava; não há nenhuma grande mudança", afirmou Xiaoyi, às margens de um fórum econômico. Ele não deu detalhes sobre a composição das reservas, mas disse que elas continuaram a crescer em outubro e novembro, dos US$ 2,27 trilhões no final de setembro - o último mês para os quais os dados oficiais estão disponíveis.
"Não estamos fazendo grandes ajustes de direção. Nossas operações ainda estão como o normal, o que significa que seguem a meta de gerenciamento de reservas", disse Xiaoyi.
Paralelamente, a cópia de um livro sobre gerenciamento de câmbio publicada no site do regulador cambial afirmou que a estratégia de manter o dólar como parte principal das reservas e adequadamente diversificar em outras moedas atende as necessidades da nação.
A China vai continuar prudente em investir suas vastas reservas e vai persistir em diversificar em moedas principais e ativos de boa qualidade, afirma o livro, crescentando que o papel do dólar como moeda principal de reserva não mudará no curto prazo.
Altas autoridades chinesas, incluindo o primeiro-ministro Wen Jiabao, manifestaram repetidamente neste ano a preocupação com o dólar, que responde pela maior parte das reservas em moeda estrangeira da China, as maiores do mundo. A China teme que a enorme dívida assumida pelo governo dos EUA para sustentar os gastos com o estímulo à economia possam levar à inflação, afetando o valor das reservas chinesas.
Em seu pronunciamento no fórum, Xiaoyi disse que o órgão regulador continuará a liberalizar a conta de capital, mas também reiterou que serão reforçados o monitoramento dos fluxos de capital e os controles de risco.
Na última segunda-feira, em reportagem do jornal "Economic Information Daily", uma fonte da Comissão de Administração e Supervisão dos Ativos Estatais disse que a crise da Dubai World é uma oportunidade para a China investir parte de suas reservas cambiais em ouro e petróleo. As informações são da Dow Jones. (Clarissa Mangueira)
EM MOVIMENTO TÍPICO, CAUTELA MARCA ESPERA PELO PAYROLL NO EXTERIOR
EM MOVIMENTO TÍPICO, CAUTELA MARCA ESPERA PELO PAYROLL NO EXTERIORLondres, 4 - Esta é uma típica primeira sexta-feira do mês nos mercados internacionais: a cautela marca a espera pelos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Nenhuma decisão importante de investimento será tomada antes das 11h30 (de Brasília), quando surgirão os números do payroll.
Como sempre, as informações geram muita expectativa. O pano de fundo continua caracterizado pelo sentimento firme dos investidores, que passaram pelo calote de Dubai com uma correção rápida. Mas, como lembra Jim Reid, estrategista do Deutsche Bank, o índice de atividade do setor de serviços (ISM) trouxe algum receio ontem,ao voltar para o território da contração, abaixo de 50.
Também levantou suspeita a pesquisa ADP, que mostrou redução de 169 mil vagas no setor privado em novembro, acima do previsto - embora os pedidos de auxílio-desemprego tenham caído para o menor nível desde setembro de 2008.
Analistas avaliam que os cortes de postos de trabalho seguirão perdendo intensidade, já que a economia dos Estados Unidos saiu da recessão e engata a retomada. Mas a velocidade da melhora é a grande dúvida. Para hoje, o consenso aponta queda de 125 mil vagas, resultado melhor do que o registrado em outubro (-190 mil). O desemprego deve ficar estável em 10,2%.
A decepção com dados recentes, no entanto, faz alguns analistas questionarem a projeção, agora considerada otimista por alguns. "Ninguém deveria levar as projeções para o payroll muito a sério, mas os mercados levam e sempre respondem fortemente a eventuais desvios", anota Rob Carnell, do ING, ao afirmar que o número é difícil de prever e o menos confiável do G-7, por passar frequentemente por revisões expressivas.
O ING estima redução de 165 mil vagas em novembro. Obviamente, não é a única projeção acima do consenso na praça. O UniCredit espera -180 mil e o BNP Paribas revisou a estimativa para baixo diante dos indicadores recentes, de -130 mil para -160 mil, com desemprego em 10,4%. "Nossa projeção reconhece que o mercado de trabalho está melhorando e que os cortes de vagas estão ficando menores a cada mês, apesar do ritmo mais lento do que no início do ano", diz Brian Fabbri, do banco francês.
Com todos esses alertas, é possível que os investidores estejam mais preparados para eventuais surpresas negativas. Ontem mesmo as bolsas já passaram por um ajuste em preparação aos aguardados números desta sexta-feira.
Às 7h38 (de Brasília), as bolsas de Londres (-0,55%), Paris (-0,55%) e Frankfurt (-0,66%) eram marcadas pela tradicional precaução pré-payroll. O petróleo tinha leve queda de 0,55%, para US$ 76,04, no pregão eletrônico da Nymex.
Apesar do clima de cautela, as moedas europeias iniciam o dia em leve alta. O analista Boris Schlossberg, da corretora GFT, atribui o movimento às informações prestadas hoje pela China, de que a estratégia de manter o dólar como parte principal das reservas e adequadamente diversificar em outras moedas atende as necessidades da nação.
No mesmo horário (acima), o euro (+0,04%, a US$ 1,5064) e a libra (+0,43%, a US$ 1,6611) subiam. Na comparação com o iene, o dólar perdia 0,01%, para 88,15 unidades. (Daniela Milanese)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Painel 30/11
DUBAI GANHA ALÍVIO, MAS DEVE PERMANECER COMO RISCO
DUBAI GANHA ALÍVIO, MAS DEVE PERMANECER COMO RISCO
Josué Leonel, jornalista
São Paulo, 30 - A providencial ação do Banco Central dos Emirados Árabes Unidos (EAU) contribuiu para trazer algum alívio aos mercados nesta segunda-feira. Embora a bolsa de Dubai tenha registrado queda forte nesta manhã, a decisão do BC de informar que vai fornecer liquidez aos mercados pode ajudar a evitar uma corrida aos bancos,que poderia potencializar a desvalorização dos ativos.
O pior pode ter sido evitado pela ação rápida do BC, mas as ameaças não estão totalmente descartadas. O risco de agravamento da crise em Dubai deve permanecer em pauta enquanto não forem definidas as condições do pagamento da dívida da empresa Dubai World. Na semana passada, a companhia anunciou que vai adiar o pagamento de uma dívida de US$ 3,5 bilhões. Contudo, a dívida total da empresa é estimada em US$ 60 bilhões.
Embora na sexta-feira os mercados tenham tido um bom desempenho no Brasil e na Europa, algumas manifestações importantes de cautela foram preservadas. Uma delas veio do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que se manteve realista em relação aos efeitos que o pedido de moratória da Dubai World pode ter na economia mundial. Segundo relatou O Estado de S. Paulo neste domingo, Meirelles considera que crise no país do Oriente Médio representa um alerta. O presidente do BC lembrou que, na sexta, em função do dia de Ação de Graças no dia anterior, o mercado financeiro não funcionou em tempo integral nos EUA, e seria preciso aguardar como as Bolsas americanas vão se comportar nesta segunda-feira.
"Vamos aguardar como vai reagir o mercado norte-americano. Mas, independentemente disso, a situação serve como um alerta de que temos problemas à frente e que devemos evitar excesso de exuberância", ressaltou o presidente do BC. Meirelles reforçou ainda que "o ensaio que nós não vemos ainda é qual será a consequência de Dubai. É o que temos alertado: a recuperação da economia mundial tem muitas incertezas." Ainda de acordo com Meirelles, o sistema financeiro mundial não absorveu todas as perdas que possivelmente terá no decorrer deste processo.
Avaliação cautelosa também foi feita pelo economista-chefe do Banco do Brasil,Uilson Melo Araújo, de acordo com a Agência Estado. "Creio que o caso de Dubai nos mostra claramente que ainda há incertezas", disse Araújo, que foi um dos palestrantes do 1º Congresso do Instituto Nacional de Investidores (INI), realizado neste fim de semana, no Rio. Como os demais economistas que participaram do evento, contudo, ele ressaltou que o Brasil aparenta ter boas condições para passar por este novo momento e que as perspectivas são boas no longo prazo. O diretor de Relações com Investidores da Vale, Roberto Castelo Branco, minimizou o impacto da crise no emirado sobre a economia do Brasil. "Creio que esse episódio de Dubai tem alcance limitado, com respeito à exposição de bancos", comentou, acrescentando que os dois bancos mais prejudicados pela situação não são brasileiros.
Na linha das avaliações mais conservadoras está o financista Mark Mobius, presidente da Templetlon Emergin. Mobius disse à Bloomberg que a crise em Dubai pode levar a uma correção nos países emergentes. "Isto pode ser um gatilho para permitir que o mercado descanse e recue", afirmou. "Vai ser muito sério, porque se Dubai tiver um default, poderá haver uma onda de defaults em outras áreas", disse o financista,cujo fundo é um dos maiores administradores de investimentos em países emergentes.
(Josué Leonel é colaborador da AE e comentarista da Rede Eldorado)
Josué Leonel, jornalista
São Paulo, 30 - A providencial ação do Banco Central dos Emirados Árabes Unidos (EAU) contribuiu para trazer algum alívio aos mercados nesta segunda-feira. Embora a bolsa de Dubai tenha registrado queda forte nesta manhã, a decisão do BC de informar que vai fornecer liquidez aos mercados pode ajudar a evitar uma corrida aos bancos,que poderia potencializar a desvalorização dos ativos.
O pior pode ter sido evitado pela ação rápida do BC, mas as ameaças não estão totalmente descartadas. O risco de agravamento da crise em Dubai deve permanecer em pauta enquanto não forem definidas as condições do pagamento da dívida da empresa Dubai World. Na semana passada, a companhia anunciou que vai adiar o pagamento de uma dívida de US$ 3,5 bilhões. Contudo, a dívida total da empresa é estimada em US$ 60 bilhões.
Embora na sexta-feira os mercados tenham tido um bom desempenho no Brasil e na Europa, algumas manifestações importantes de cautela foram preservadas. Uma delas veio do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que se manteve realista em relação aos efeitos que o pedido de moratória da Dubai World pode ter na economia mundial. Segundo relatou O Estado de S. Paulo neste domingo, Meirelles considera que crise no país do Oriente Médio representa um alerta. O presidente do BC lembrou que, na sexta, em função do dia de Ação de Graças no dia anterior, o mercado financeiro não funcionou em tempo integral nos EUA, e seria preciso aguardar como as Bolsas americanas vão se comportar nesta segunda-feira.
"Vamos aguardar como vai reagir o mercado norte-americano. Mas, independentemente disso, a situação serve como um alerta de que temos problemas à frente e que devemos evitar excesso de exuberância", ressaltou o presidente do BC. Meirelles reforçou ainda que "o ensaio que nós não vemos ainda é qual será a consequência de Dubai. É o que temos alertado: a recuperação da economia mundial tem muitas incertezas." Ainda de acordo com Meirelles, o sistema financeiro mundial não absorveu todas as perdas que possivelmente terá no decorrer deste processo.
Avaliação cautelosa também foi feita pelo economista-chefe do Banco do Brasil,Uilson Melo Araújo, de acordo com a Agência Estado. "Creio que o caso de Dubai nos mostra claramente que ainda há incertezas", disse Araújo, que foi um dos palestrantes do 1º Congresso do Instituto Nacional de Investidores (INI), realizado neste fim de semana, no Rio. Como os demais economistas que participaram do evento, contudo, ele ressaltou que o Brasil aparenta ter boas condições para passar por este novo momento e que as perspectivas são boas no longo prazo. O diretor de Relações com Investidores da Vale, Roberto Castelo Branco, minimizou o impacto da crise no emirado sobre a economia do Brasil. "Creio que esse episódio de Dubai tem alcance limitado, com respeito à exposição de bancos", comentou, acrescentando que os dois bancos mais prejudicados pela situação não são brasileiros.
Na linha das avaliações mais conservadoras está o financista Mark Mobius, presidente da Templetlon Emergin. Mobius disse à Bloomberg que a crise em Dubai pode levar a uma correção nos países emergentes. "Isto pode ser um gatilho para permitir que o mercado descanse e recue", afirmou. "Vai ser muito sério, porque se Dubai tiver um default, poderá haver uma onda de defaults em outras áreas", disse o financista,cujo fundo é um dos maiores administradores de investimentos em países emergentes.
(Josué Leonel é colaborador da AE e comentarista da Rede Eldorado)
PREOCUPAÇÃO COM DUBAI WORLD AINDA PESA E EUROPA OPERA EM QUEDA
PREOCUPAÇÃO COM DUBAI WORLD AINDA PESA E EUROPA OPERA EM QUEDALondres, 30 - As bolsas europeias operam em queda, depois de um breve movimento de alta na abertura, uma vez que as preocupações com o Dubai World persistem. Segundo analistas, o comportamento do mercado deve ser volátil, com os investidores optando por esperar para ver os desdobramentos da situação em Dubai. Outros mercados, porém, mostram mais alívio, com o euro em alta frente ao dólar e os futuros de petróleo e metais básicos subindo.
"A notícia de Dubai ainda está sendo digerida por muitos e, com os volumes começando a voltar à normalidade depois do feriado de Ação de Graças nos EUA, os mercados podem ficar um pouco voláteis até que se receba os principais indicadores econômicos, mais tarde esta semana", disse Joshua Raymond, estrategista de mercado do City Index.
O analista Michael Hewson, da CMC Markets, lembrou que nos últimos seis a nove meses os mercados vinham ignorando o fato de que ainda há bastante dívida ruim no mundo, e "Dubai foi um alerta".
Mas o comunicado do banco central dos Emirados Árabes Unidos (EAU) no final de semana para reassegurar investidores de que apoia seus bancos e as filiais de bancos estrangeiros pode ajudar a acalmar os mercados nos próximos dias, acreditam analistas. "Não veremos uma elevação nos custos de financiamento interbancário no estilo Lehman Brothers e nem um aperto na liquidez", afirmou Gregg Gibbs, estrategista de câmbio do RBS, em Sydney.
Além disso, diversos gestores de recursos consideraram que o declínio das bolsas nos EUA na sexta-feira foi exagerado, uma vez que os bancos norte-americanos não parecem ter grande exposição ao Dubai World. Eles também ponderaram que, embora a notícia em si tenha sido inesperada, os problemas em Dubai não são uma surpresa.
Às 9h13 (de Brasília), a Bolsa de Londres recuava 0,76%, Paris caía 1,12% e Frankfurt recuava 0,96%. Entre os futuros de Nova York, o Nasdaq 100 cedia 0,16%, mesma variação do S&P 500.
As ações de serviços públicos lideravam a queda na Europa, com destaque para RWE AG e GDF Suez. Na contramão, Volkswagen subia 2,5%, depois que o Goldman Sachs iniciou cobertura da ação com recomendação de compra. Já BMW (-1%) foi rebaixado pelo Goldman, que disse que outras montadoras têm mais potencial de alta.
Nos mercados de câmbio, o dólar operava em queda frente ao euro, iene, e libra, à medida que os operadores e investidores decidiram assumir mais risco. Às 8h58 (de Brasília), o euro subia 0,28%, a US$ 1,5033; a libra avançava 0,18%, a US$ 1,6532; e o dólar cedia 0,32%, a 86,32 ienes. As informações são da Dow Jones. (Nathália Ferreira)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Prga3
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Card3
Dito e feito!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Card3
Atenção! Ativo rompendo importante resistência de 6,10! Forte potencial para muita alta!
Marcadores: CSU Card System
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Painel 23/11
FECHAMENTO: COM FÔLEGO MENOR QUE NY, BOVESPA SOBE 0,73%
FECHAMENTO: COM FÔLEGO MENOR QUE NY, BOVESPA SOBE 0,73% São Paulo, 23 - A volta ao trabalho após o feriado do Dia da Consciência Negra, na sexta-feira, foi positiva para a Bovespa, que encontrou os investidores animados em procurar ativos mais arriscados. A alta das commodities, o índice mais do que favorável do mercado habitacional norte-americano e declarações de um presidente regional do Fed ditaram o ritmo dos negócios. Aqui, o Ibovespa chegou a recuperar os 67 mil pontos logo no início das operações, mas perdeu o fôlego ao longo da sessão. O principal índice à vista, assim, terminou o dia com alta de 0,73%, aos 66.809,40 pontos. No mês, acumula ganho de 8,55% e, no ano, de 77,92%. O giro financeiro totalizou R$ 5,190 bilhões. As duas principais razões para o mercado acionário acordar animado hoje foram as declarações do presidente do Fed de Saint Louis, James Bullard, e o índice de vendas de imóveis usados nos EUA. Bullard, que será no ano que vem membro votante do comitê de política monetária do Fed, disse que os EUA devem continuar comprando títulos lastreados em hipotecas depois do primeiro trimestre de 2010, quando essas compras deveriam acabar. Além dele, o dado de imóveis veio muito melhor do que as previsões: ao invés dos +2,3% estimados pelos economistas, o índice subiu 10,1% no mês passado.Isso elevou a busca por ativos mais arriscados, puxando as commodities para cima e o dólar para baixo em relação a algumas moedas. Com isso, as bolsas norte-americanas trabalharam a sessão toda em alta. Aqui, no entanto, as compras foram bem mais comedidas. Segundo operadores, uma das razões é o não-funcionamento do mercado doméstico na sexta-feira passada, quando as Bolsas norte-americanas terminaram em queda. Seria, assim, um ajuste.Além disso, a agenda da semana será carregada no exterior até quarta-feira e muitos investidores já começaram a antecipar alguma realização para tomar fôlego para o final de ano. Na quinta-feira, haverá o feriado de Thanksgiving nos EUA, o que deixará o mercado fechado por lá neste dia e o fará encerrar as atividades mais cedo na sexta-feira. Isso aumenta a volatilidade nestas três sessões e deve encurtar o giro da semana. O setor siderúrgico já foi um dos que passou pela realização em bloco ao longo da sessão. Mas não fechou assim. Gerdau PN e Metalúrgica Gerdau PN subiram, respectivamente, 0,04% e 0,51%. CSN ON caiu 0,24% e Usiminas PNA perdeu 0,61%. Vale, seguindo os metais, ganhou 1,07% na ON e 0,87% na PNA. A alta dos metais e do petróleo, além da procura pelo risco e queda do dólar, decorreu do avanço da tensão geopolítica, que cresceu após o Irã lançar ontem um exercício de defesa militar de cinco dias. Na Nymex, o contrato do petróleo para janeiro terminou com ganho de 0,12%, a US$ 77,56. Petrobras avançou 0,23% na ON e 0,91% na PN. (Claudia Violante)
EUA: AMANHÃ SAEM PIB REVISADO, CONFIANÇA/CONSUMIDOR E OUTROS DADOS
EUA: AMANHÃ SAEM PIB REVISADO, CONFIANÇA/CONSUMIDOR E OUTROS DADOS Nova York, 23 - A agenda de indicadores econômicos desta terça-feira nos EUA tem entre os destaques o PIB revisado do terceiro trimestre, índice de confiança do consumidor e pesquisa de preços das residências nas 20 maiores áreas metropolitanas do país. Todos os horários são de Brasília. (Suzi Katzumata)Clique para ampliar!
FECHAMENTO: COM FÔLEGO MENOR QUE NY, BOVESPA SOBE 0,73% São Paulo, 23 - A volta ao trabalho após o feriado do Dia da Consciência Negra, na sexta-feira, foi positiva para a Bovespa, que encontrou os investidores animados em procurar ativos mais arriscados. A alta das commodities, o índice mais do que favorável do mercado habitacional norte-americano e declarações de um presidente regional do Fed ditaram o ritmo dos negócios. Aqui, o Ibovespa chegou a recuperar os 67 mil pontos logo no início das operações, mas perdeu o fôlego ao longo da sessão. O principal índice à vista, assim, terminou o dia com alta de 0,73%, aos 66.809,40 pontos. No mês, acumula ganho de 8,55% e, no ano, de 77,92%. O giro financeiro totalizou R$ 5,190 bilhões. As duas principais razões para o mercado acionário acordar animado hoje foram as declarações do presidente do Fed de Saint Louis, James Bullard, e o índice de vendas de imóveis usados nos EUA. Bullard, que será no ano que vem membro votante do comitê de política monetária do Fed, disse que os EUA devem continuar comprando títulos lastreados em hipotecas depois do primeiro trimestre de 2010, quando essas compras deveriam acabar. Além dele, o dado de imóveis veio muito melhor do que as previsões: ao invés dos +2,3% estimados pelos economistas, o índice subiu 10,1% no mês passado.Isso elevou a busca por ativos mais arriscados, puxando as commodities para cima e o dólar para baixo em relação a algumas moedas. Com isso, as bolsas norte-americanas trabalharam a sessão toda em alta. Aqui, no entanto, as compras foram bem mais comedidas. Segundo operadores, uma das razões é o não-funcionamento do mercado doméstico na sexta-feira passada, quando as Bolsas norte-americanas terminaram em queda. Seria, assim, um ajuste.Além disso, a agenda da semana será carregada no exterior até quarta-feira e muitos investidores já começaram a antecipar alguma realização para tomar fôlego para o final de ano. Na quinta-feira, haverá o feriado de Thanksgiving nos EUA, o que deixará o mercado fechado por lá neste dia e o fará encerrar as atividades mais cedo na sexta-feira. Isso aumenta a volatilidade nestas três sessões e deve encurtar o giro da semana. O setor siderúrgico já foi um dos que passou pela realização em bloco ao longo da sessão. Mas não fechou assim. Gerdau PN e Metalúrgica Gerdau PN subiram, respectivamente, 0,04% e 0,51%. CSN ON caiu 0,24% e Usiminas PNA perdeu 0,61%. Vale, seguindo os metais, ganhou 1,07% na ON e 0,87% na PNA. A alta dos metais e do petróleo, além da procura pelo risco e queda do dólar, decorreu do avanço da tensão geopolítica, que cresceu após o Irã lançar ontem um exercício de defesa militar de cinco dias. Na Nymex, o contrato do petróleo para janeiro terminou com ganho de 0,12%, a US$ 77,56. Petrobras avançou 0,23% na ON e 0,91% na PN. (Claudia Violante)
EUA: AMANHÃ SAEM PIB REVISADO, CONFIANÇA/CONSUMIDOR E OUTROS DADOS
EUA: AMANHÃ SAEM PIB REVISADO, CONFIANÇA/CONSUMIDOR E OUTROS DADOS Nova York, 23 - A agenda de indicadores econômicos desta terça-feira nos EUA tem entre os destaques o PIB revisado do terceiro trimestre, índice de confiança do consumidor e pesquisa de preços das residências nas 20 maiores áreas metropolitanas do país. Todos os horários são de Brasília. (Suzi Katzumata)Clique para ampliar!
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