domingo, 27 de dezembro de 2009

Price Investimentos

Amigos, há vários meses já venho postando neste blog sobre o mercado de capitais, mais especificamente passeando sobre os gráficos e tentando tirar o máximo de proveito da análise técnica para descobrir para onde o mercado pretende carregar os diversos ativos. Enfim, acredito ter realizado um trabalho bastante interessante, com um índice de acerto muito acima da média e espero também ter ajudado os leituras de alguma forma, seja em conhecimento, ou em algum trade realizado.

A partir de 2010, estarei em um projeto novo, a PRICE INVESTIMENTOS, uma empresa que dará assessoria aos investidores, sejam eles iniciantes, ou já experientes.

A ideia surgiu justamente em meio à crise, com a percepção de que a maioria dos operadores estavam - e estão - navegando mares desconhecidos, e que antes, quando a maré estava boa, obviamente, todos ganhavam, sem mesmo saber porque. Novamente, todos estão ganhando, mas quando um nova onda de baixa vier, estarão todos prevenidos? A partir daí, decidi me focar à uma assessoria de qualidade, com um custo pouco maior. Pensando à fundo, mais vale pagar por um bom serviço e estar satisfeito do que pagar 5 reais por ordem e perder dinheiro. A sensação de deixar 5 reais em uma ordem é muito melhor do que talvez 0,2% do seu capital em uma transação, mas ao final de 5 anos, uma assessoria com excelência vai fazer a diferença no montante do cliente.

Com a criação da empresa, não poderei mais realizar estes tipos de análises que fazia. Não pretendo abandonar o site, mas terei que mudar o foco do mesmo para proceder os trabalhos de forma legal.

Se alguém deseja saber um pouco mais sobre os serviços da PRICE INVESTIMENTOS pode entrar em contato diretamente comigo através do email lavarini@priceasset.com.br. Através dele, posso encaminhar a quem tiver interesse, material informativo e outros contatos (telefone, endereço, etc).

Um feliz natal e próspero ano novo a todos! Que 2010 seja um ano especial para nossas famílias e amigos! São meus sinceros votos e de todos da


lavarini@priceasset.com.br

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Brfs3


Estive observando diversos papeis e cheguei à conclusão de que quase todos estão muito parecidos: esticados, com mais potencial de alta, porém, com confiigurações de stops desfavoráveis. Um dos únicos ativos que verifiquei com bom potencial de alta, segurança de suporte e gap aberto a 43,60 foi BRFS3. Acima de 41,40 até 40,80 ainda nos indica que tem mais a subir. Rompendo 42,00 vai rapidamente fechar gap e depois define novo target.
Ainda tinha me esquecido deste ativo que deu um bom "caldo".

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Alll11


Após muito tempo congestionado, o papel dá sinais de que quer alcançar novos patamares. Objetivo em 16,00 com suporte fortíssimo a 13,50.

Ibov


Para quem não se assustou com as oscilações normais do mercado, e não stopou, já que ibov não perdeu os 67k, vai aí o novo número. Perdendo 68.800 melhor ficar atento pois deve realizar mais. Enquanto acima, deixa a rosa subir, nas blue chips, somente subindo stops.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Ibov

Nossa bolsa só volta a ficar perigosa se perder 67.000. Enquanto isto, oscilações normais de mercado.

Painel 04/12

TÓQUIO AVANÇA 0,5% E SUPERA 10 MIL PONTOS APÓS MAIS DE UM MÊS; XANGAI SOBE 1,6%

TÓQUIO AVANÇA 0,5% E SUPERA 10 MIL PONTOS APÓS MAIS DE UM MÊS; XANGAI SOBE 1,6%

CHINA/REGULADOR:COMPOSIÇÃO DE RESERVAS NÃO MUDOU; DÓLAR É PRINCIPAL

CHINA/REGULADOR:COMPOSIÇÃO DE RESERVAS NÃO MUDOU; DÓLAR É PRINCIPAL

Pequim, 4 - A China não promoveu nenhuma grande mudança em sua estratégia para administrar as reservas em moeda estrangeira, apesar de algumas autoridades e economistas defenderem maior diversificação. A declaração foi dada nesta sexta-feira pelo vice-diretor da Administração Estatal de Câmbio do país, Wang Xiaoyi, em meio ao enfraquecimento do dólar.

"A composição (das reservas) continua como estava; não há nenhuma grande mudança", afirmou Xiaoyi, às margens de um fórum econômico. Ele não deu detalhes sobre a composição das reservas, mas disse que elas continuaram a crescer em outubro e novembro, dos US$ 2,27 trilhões no final de setembro - o último mês para os quais os dados oficiais estão disponíveis.

"Não estamos fazendo grandes ajustes de direção. Nossas operações ainda estão como o normal, o que significa que seguem a meta de gerenciamento de reservas", disse Xiaoyi.

Paralelamente, a cópia de um livro sobre gerenciamento de câmbio publicada no site do regulador cambial afirmou que a estratégia de manter o dólar como parte principal das reservas e adequadamente diversificar em outras moedas atende as necessidades da nação.

A China vai continuar prudente em investir suas vastas reservas e vai persistir em diversificar em moedas principais e ativos de boa qualidade, afirma o livro, crescentando que o papel do dólar como moeda principal de reserva não mudará no curto prazo.

Altas autoridades chinesas, incluindo o primeiro-ministro Wen Jiabao, manifestaram repetidamente neste ano a preocupação com o dólar, que responde pela maior parte das reservas em moeda estrangeira da China, as maiores do mundo. A China teme que a enorme dívida assumida pelo governo dos EUA para sustentar os gastos com o estímulo à economia possam levar à inflação, afetando o valor das reservas chinesas.

Em seu pronunciamento no fórum, Xiaoyi disse que o órgão regulador continuará a liberalizar a conta de capital, mas também reiterou que serão reforçados o monitoramento dos fluxos de capital e os controles de risco.

Na última segunda-feira, em reportagem do jornal "Economic Information Daily", uma fonte da Comissão de Administração e Supervisão dos Ativos Estatais disse que a crise da Dubai World é uma oportunidade para a China investir parte de suas reservas cambiais em ouro e petróleo. As informações são da Dow Jones. (Clarissa Mangueira)

EM MOVIMENTO TÍPICO, CAUTELA MARCA ESPERA PELO PAYROLL NO EXTERIOR

EM MOVIMENTO TÍPICO, CAUTELA MARCA ESPERA PELO PAYROLL NO EXTERIOR

Londres, 4 - Esta é uma típica primeira sexta-feira do mês nos mercados internacionais: a cautela marca a espera pelos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Nenhuma decisão importante de investimento será tomada antes das 11h30 (de Brasília), quando surgirão os números do payroll.

Como sempre, as informações geram muita expectativa. O pano de fundo continua caracterizado pelo sentimento firme dos investidores, que passaram pelo calote de Dubai com uma correção rápida. Mas, como lembra Jim Reid, estrategista do Deutsche Bank, o índice de atividade do setor de serviços (ISM) trouxe algum receio ontem,ao voltar para o território da contração, abaixo de 50.

Também levantou suspeita a pesquisa ADP, que mostrou redução de 169 mil vagas no setor privado em novembro, acima do previsto - embora os pedidos de auxílio-desemprego tenham caído para o menor nível desde setembro de 2008.

Analistas avaliam que os cortes de postos de trabalho seguirão perdendo intensidade, já que a economia dos Estados Unidos saiu da recessão e engata a retomada. Mas a velocidade da melhora é a grande dúvida. Para hoje, o consenso aponta queda de 125 mil vagas, resultado melhor do que o registrado em outubro (-190 mil). O desemprego deve ficar estável em 10,2%.

A decepção com dados recentes, no entanto, faz alguns analistas questionarem a projeção, agora considerada otimista por alguns. "Ninguém deveria levar as projeções para o payroll muito a sério, mas os mercados levam e sempre respondem fortemente a eventuais desvios", anota Rob Carnell, do ING, ao afirmar que o número é difícil de prever e o menos confiável do G-7, por passar frequentemente por revisões expressivas.

O ING estima redução de 165 mil vagas em novembro. Obviamente, não é a única projeção acima do consenso na praça. O UniCredit espera -180 mil e o BNP Paribas revisou a estimativa para baixo diante dos indicadores recentes, de -130 mil para -160 mil, com desemprego em 10,4%. "Nossa projeção reconhece que o mercado de trabalho está melhorando e que os cortes de vagas estão ficando menores a cada mês, apesar do ritmo mais lento do que no início do ano", diz Brian Fabbri, do banco francês.

Com todos esses alertas, é possível que os investidores estejam mais preparados para eventuais surpresas negativas. Ontem mesmo as bolsas já passaram por um ajuste em preparação aos aguardados números desta sexta-feira.

Às 7h38 (de Brasília), as bolsas de Londres (-0,55%), Paris (-0,55%) e Frankfurt (-0,66%) eram marcadas pela tradicional precaução pré-payroll. O petróleo tinha leve queda de 0,55%, para US$ 76,04, no pregão eletrônico da Nymex.

Apesar do clima de cautela, as moedas europeias iniciam o dia em leve alta. O analista Boris Schlossberg, da corretora GFT, atribui o movimento às informações prestadas hoje pela China, de que a estratégia de manter o dólar como parte principal das reservas e adequadamente diversificar em outras moedas atende as necessidades da nação.

No mesmo horário (acima), o euro (+0,04%, a US$ 1,5064) e a libra (+0,43%, a US$ 1,6611) subiam. Na comparação com o iene, o dólar perdia 0,01%, para 88,15 unidades. (Daniela Milanese)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Painel 30/11

DUBAI GANHA ALÍVIO, MAS DEVE PERMANECER COMO RISCO

DUBAI GANHA ALÍVIO, MAS DEVE PERMANECER COMO RISCO

Josué Leonel, jornalista

São Paulo, 30 - A providencial ação do Banco Central dos Emirados Árabes Unidos (EAU) contribuiu para trazer algum alívio aos mercados nesta segunda-feira. Embora a bolsa de Dubai tenha registrado queda forte nesta manhã, a decisão do BC de informar que vai fornecer liquidez aos mercados pode ajudar a evitar uma corrida aos bancos,que poderia potencializar a desvalorização dos ativos.

O pior pode ter sido evitado pela ação rápida do BC, mas as ameaças não estão totalmente descartadas. O risco de agravamento da crise em Dubai deve permanecer em pauta enquanto não forem definidas as condições do pagamento da dívida da empresa Dubai World. Na semana passada, a companhia anunciou que vai adiar o pagamento de uma dívida de US$ 3,5 bilhões. Contudo, a dívida total da empresa é estimada em US$ 60 bilhões.

Embora na sexta-feira os mercados tenham tido um bom desempenho no Brasil e na Europa, algumas manifestações importantes de cautela foram preservadas. Uma delas veio do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que se manteve realista em relação aos efeitos que o pedido de moratória da Dubai World pode ter na economia mundial. Segundo relatou O Estado de S. Paulo neste domingo, Meirelles considera que crise no país do Oriente Médio representa um alerta. O presidente do BC lembrou que, na sexta, em função do dia de Ação de Graças no dia anterior, o mercado financeiro não funcionou em tempo integral nos EUA, e seria preciso aguardar como as Bolsas americanas vão se comportar nesta segunda-feira.

"Vamos aguardar como vai reagir o mercado norte-americano. Mas, independentemente disso, a situação serve como um alerta de que temos problemas à frente e que devemos evitar excesso de exuberância", ressaltou o presidente do BC. Meirelles reforçou ainda que "o ensaio que nós não vemos ainda é qual será a consequência de Dubai. É o que temos alertado: a recuperação da economia mundial tem muitas incertezas." Ainda de acordo com Meirelles, o sistema financeiro mundial não absorveu todas as perdas que possivelmente terá no decorrer deste processo.

Avaliação cautelosa também foi feita pelo economista-chefe do Banco do Brasil,Uilson Melo Araújo, de acordo com a Agência Estado. "Creio que o caso de Dubai nos mostra claramente que ainda há incertezas", disse Araújo, que foi um dos palestrantes do 1º Congresso do Instituto Nacional de Investidores (INI), realizado neste fim de semana, no Rio. Como os demais economistas que participaram do evento, contudo, ele ressaltou que o Brasil aparenta ter boas condições para passar por este novo momento e que as perspectivas são boas no longo prazo. O diretor de Relações com Investidores da Vale, Roberto Castelo Branco, minimizou o impacto da crise no emirado sobre a economia do Brasil. "Creio que esse episódio de Dubai tem alcance limitado, com respeito à exposição de bancos", comentou, acrescentando que os dois bancos mais prejudicados pela situação não são brasileiros.

Na linha das avaliações mais conservadoras está o financista Mark Mobius, presidente da Templetlon Emergin. Mobius disse à Bloomberg que a crise em Dubai pode levar a uma correção nos países emergentes. "Isto pode ser um gatilho para permitir que o mercado descanse e recue", afirmou. "Vai ser muito sério, porque se Dubai tiver um default, poderá haver uma onda de defaults em outras áreas", disse o financista,cujo fundo é um dos maiores administradores de investimentos em países emergentes.
(Josué Leonel é colaborador da AE e comentarista da Rede Eldorado)

PREOCUPAÇÃO COM DUBAI WORLD AINDA PESA E EUROPA OPERA EM QUEDA

PREOCUPAÇÃO COM DUBAI WORLD AINDA PESA E EUROPA OPERA EM QUEDA

Londres, 30 - As bolsas europeias operam em queda, depois de um breve movimento de alta na abertura, uma vez que as preocupações com o Dubai World persistem. Segundo analistas, o comportamento do mercado deve ser volátil, com os investidores optando por esperar para ver os desdobramentos da situação em Dubai. Outros mercados, porém, mostram mais alívio, com o euro em alta frente ao dólar e os futuros de petróleo e metais básicos subindo.

"A notícia de Dubai ainda está sendo digerida por muitos e, com os volumes começando a voltar à normalidade depois do feriado de Ação de Graças nos EUA, os mercados podem ficar um pouco voláteis até que se receba os principais indicadores econômicos, mais tarde esta semana", disse Joshua Raymond, estrategista de mercado do City Index.

O analista Michael Hewson, da CMC Markets, lembrou que nos últimos seis a nove meses os mercados vinham ignorando o fato de que ainda há bastante dívida ruim no mundo, e "Dubai foi um alerta".

Mas o comunicado do banco central dos Emirados Árabes Unidos (EAU) no final de semana para reassegurar investidores de que apoia seus bancos e as filiais de bancos estrangeiros pode ajudar a acalmar os mercados nos próximos dias, acreditam analistas. "Não veremos uma elevação nos custos de financiamento interbancário no estilo Lehman Brothers e nem um aperto na liquidez", afirmou Gregg Gibbs, estrategista de câmbio do RBS, em Sydney.

Além disso, diversos gestores de recursos consideraram que o declínio das bolsas nos EUA na sexta-feira foi exagerado, uma vez que os bancos norte-americanos não parecem ter grande exposição ao Dubai World. Eles também ponderaram que, embora a notícia em si tenha sido inesperada, os problemas em Dubai não são uma surpresa.

Às 9h13 (de Brasília), a Bolsa de Londres recuava 0,76%, Paris caía 1,12% e Frankfurt recuava 0,96%. Entre os futuros de Nova York, o Nasdaq 100 cedia 0,16%, mesma variação do S&P 500.

As ações de serviços públicos lideravam a queda na Europa, com destaque para RWE AG e GDF Suez. Na contramão, Volkswagen subia 2,5%, depois que o Goldman Sachs iniciou cobertura da ação com recomendação de compra. Já BMW (-1%) foi rebaixado pelo Goldman, que disse que outras montadoras têm mais potencial de alta.

Nos mercados de câmbio, o dólar operava em queda frente ao euro, iene, e libra, à medida que os operadores e investidores decidiram assumir mais risco. Às 8h58 (de Brasília), o euro subia 0,28%, a US$ 1,5033; a libra avançava 0,18%, a US$ 1,6532; e o dólar cedia 0,32%, a 86,32 ienes. As informações são da Dow Jones. (Nathália Ferreira)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Painel 27/11

ONDA DE AVERSÃO CRIADA POR DUBAI SE ESPALHA POR WALL STREET

ONDA DE AVERSÃO CRIADA POR DUBAI SE ESPALHA POR WALL STREET
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Prga3


Rompeu forte LTB intraday, pode buscar 41,50 rapidamente. Suporte a 40,60. Ainda tem gap enorme aberto a 43,60-43,70.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Card3

Dito e feito!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Card3

Atenção! Ativo rompendo importante resistência de 6,10! Forte potencial para muita alta!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Painel 23/11

FECHAMENTO: COM FÔLEGO MENOR QUE NY, BOVESPA SOBE 0,73%
FECHAMENTO: COM FÔLEGO MENOR QUE NY, BOVESPA SOBE 0,73% São Paulo, 23 - A volta ao trabalho após o feriado do Dia da Consciência Negra, na sexta-feira, foi positiva para a Bovespa, que encontrou os investidores animados em procurar ativos mais arriscados. A alta das commodities, o índice mais do que favorável do mercado habitacional norte-americano e declarações de um presidente regional do Fed ditaram o ritmo dos negócios. Aqui, o Ibovespa chegou a recuperar os 67 mil pontos logo no início das operações, mas perdeu o fôlego ao longo da sessão. O principal índice à vista, assim, terminou o dia com alta de 0,73%, aos 66.809,40 pontos. No mês, acumula ganho de 8,55% e, no ano, de 77,92%. O giro financeiro totalizou R$ 5,190 bilhões. As duas principais razões para o mercado acionário acordar animado hoje foram as declarações do presidente do Fed de Saint Louis, James Bullard, e o índice de vendas de imóveis usados nos EUA. Bullard, que será no ano que vem membro votante do comitê de política monetária do Fed, disse que os EUA devem continuar comprando títulos lastreados em hipotecas depois do primeiro trimestre de 2010, quando essas compras deveriam acabar. Além dele, o dado de imóveis veio muito melhor do que as previsões: ao invés dos +2,3% estimados pelos economistas, o índice subiu 10,1% no mês passado.Isso elevou a busca por ativos mais arriscados, puxando as commodities para cima e o dólar para baixo em relação a algumas moedas. Com isso, as bolsas norte-americanas trabalharam a sessão toda em alta. Aqui, no entanto, as compras foram bem mais comedidas. Segundo operadores, uma das razões é o não-funcionamento do mercado doméstico na sexta-feira passada, quando as Bolsas norte-americanas terminaram em queda. Seria, assim, um ajuste.Além disso, a agenda da semana será carregada no exterior até quarta-feira e muitos investidores já começaram a antecipar alguma realização para tomar fôlego para o final de ano. Na quinta-feira, haverá o feriado de Thanksgiving nos EUA, o que deixará o mercado fechado por lá neste dia e o fará encerrar as atividades mais cedo na sexta-feira. Isso aumenta a volatilidade nestas três sessões e deve encurtar o giro da semana. O setor siderúrgico já foi um dos que passou pela realização em bloco ao longo da sessão. Mas não fechou assim. Gerdau PN e Metalúrgica Gerdau PN subiram, respectivamente, 0,04% e 0,51%. CSN ON caiu 0,24% e Usiminas PNA perdeu 0,61%. Vale, seguindo os metais, ganhou 1,07% na ON e 0,87% na PNA. A alta dos metais e do petróleo, além da procura pelo risco e queda do dólar, decorreu do avanço da tensão geopolítica, que cresceu após o Irã lançar ontem um exercício de defesa militar de cinco dias. Na Nymex, o contrato do petróleo para janeiro terminou com ganho de 0,12%, a US$ 77,56. Petrobras avançou 0,23% na ON e 0,91% na PN. (Claudia Violante)


EUA: AMANHÃ SAEM PIB REVISADO, CONFIANÇA/CONSUMIDOR E OUTROS DADOS
EUA: AMANHÃ SAEM PIB REVISADO, CONFIANÇA/CONSUMIDOR E OUTROS DADOS Nova York, 23 - A agenda de indicadores econômicos desta terça-feira nos EUA tem entre os destaques o PIB revisado do terceiro trimestre, índice de confiança do consumidor e pesquisa de preços das residências nas 20 maiores áreas metropolitanas do país. Todos os horários são de Brasília. (Suzi Katzumata)Clique para ampliar!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Painel 20/11

ADRS: ÍNDICE DJ BR TITANS 20 CEDE 1,28%; TAM CAI 3,33%

ADRS: ÍNDICE DJ BR TITANS 20 CEDE 1,28%; TAM CAI 3,33%

São Paulo, 20 - Sem a baliza da Bovespa, os ADRs brasileiros acompanham o mercado de ações norte-americano e operam em baixa nesta sexta-feira de feriado. Às 14h05 (de Brasília), todos os principais papéis brasileiros recuavam, com exceção de Brasil Foods, em alta de 0,48%.

TAM, em baixa de 3,33%, liderava as perdas, juntamente com Brasil Telecom, que cedia 2,89%. Vale ON caía 1,58% e Vale PN, 2,25%. Petrobras ON recuava 1,94% e Petrobras PN, 1,83%.

Às 13h58, o índice composto de ADRs do Bank of New York Mellon cedia 1,02%, enquanto o subíndice para América Latina operava em baixa de 1,21%. O índice Dow Jones Brazil Titans, que inclui as 20 ações de empresas brasileiras de maior liquidez e capitalização de mercado negociadas na bolsa norte-americana, recuava 1,28%, para 34.001,25 pontos. Veja abaixo a composição do índice, com a participação de cada companhia (%):


Petrobras 15,72
Itaú Unibanco 12,54
Vale 10,17
Bradesco 8,72
Gerdau 4,32
AmBev 4,21
Companhia Siderúrgica Nacional 4,19
Telemar 4,05
Ultrapar 3,97
Vivo Participações 3,89
Brasil Foods 3,79
Pão de Açúcar 3,70
Cemig 3,69
Centrais Elétricas Brasileiras 3,41
Brasil Telecom 2,56
Embraer 2,56
Sabesp 2,36
Gafisa 2,18
TIM Participações 2,10
CPFL 1,88


As informações são da Dow Jones. (Marcílio Souza)


SEM LIQUIDEZ, DÓLAR É NEGOCIADO A R$ 1,735(COMPRA)/R$ 1,736 (VENDA)

SEM LIQUIDEZ, DÓLAR É NEGOCIADO A R$ 1,735(COMPRA)/R$ 1,736 (VENDA)

São Paulo, 20 - Em meio a condições extremamente fracas de liquidez, o dólar à vista indicava cotação de R$ 1,735 (compra)/R$ 1,736 (venda) na mesa de um dos maiores bancos privados do País, ante um fechamento de R$ 1,7340 no balcão na sessão de ontem. A indicação de alta do dólar repercute o movimento da moeda no exterior ante outros pares cambias relevantes. O euro, por exemplo, recuava 0,48%, para US$ 1,4856. A libra esterlina perdia 1%, a US$ 1,6496. O dólar, no entanto, cedia ante o seguro iene, para 88,88. (Patricia Lara)

PIMCO/GROSS: EXPANSÃO CHINESA FRUSTRADA POR FRACA DEMANDA EXTERNA

PIMCO/GROSS: EXPANSÃO CHINESA FRUSTRADA POR FRACA DEMANDA EXTERNA

Nova York, 20 - O crescimento chinês será frustrado pela ausência de demanda por consumo dos Estados Unidos e outros de seus parceiros comerciais, disse Bill Gross, cofundador da Pacific Investment Management (Pimco), em entrevista concedida a Bloomberg. "Os chineses, acredito, terão sua própria bolha para enfrentar", afirmou. "Estão direcionados para exportações que não encontram um consumidor final, esse é o problema real na China", acrescentou. A Pimco é a maior administradora de fundos de bônus do mundo e uma unidade do Allianz.

Recentemente, a Pimco advertiu para os retornos abaixo do normal das iniciativas de regulação dos governos, o baixo consumo, o fraco crescimento e o papel decrescente da economia dos EUA. "Com o desemprego em dois dígitos e a probabilidade de permanecer nesse nível pelos próximos seis meses, apesar da futura criação de emprego, o Fed não tem para onde ir", disse Gross. As informações são da Dow Jones. (Cynthia Decloedt)

PRODUÇÃO GLOBAL DE AÇO +13,1% EM OUT/OUT08; NA CHINA CRESCE 42,4%

PRODUÇÃO GLOBAL DE AÇO +13,1% EM OUT/OUT08; NA CHINA CRESCE 42,4%

Londres, 20 - A produção global de aço aumentou 13,1% em outubro ante outubro do ano passado, para 112 milhões de toneladas, impulsionada pelo forte crescimento na China e em outros mercados emergentes, mostraram dados da Associação Mundial de Aço.

A China, maior consumidor e produtor mundial de aço, produziu 51,7 milhões de toneladas de aço, alta de 42,4% em outubro ante outubro do ano passado.

A associação, cujos membros representam cerca de 85% da produção mundial de aço, compilou dados de 66 países. As informações são da Dow Jones. (Nathália Ferreira)


FED/PLOSSER: AINDA NÃO É O MOMENTO DE ELEVAR AS TAXAS DE JURO

FED/PLOSSER: AINDA NÃO É O MOMENTO DE ELEVAR AS TAXAS DE JURO

Cingapura, 20 - Ainda não é o momento de elevar as taxas de juro, disse o presidente do Fed da Filadélfia, Charles Plosser, em entrevista à rede de notícias CBNC. "Acredito que muito depende da natureza da economia e como se desenvolve nos próximos trimestres. (Haverá) um julgamento melhor no ano que vem, meados do ano que vem, e sobre o desempenho da recuperação; acredito que isso é importante antes de tomarmos uma decisão final", pontuou Plosser, que não é membro votante do comitê de política monetária do Fed.

A autoridade acrescentou que as políticas a serem adotadas daqui em diante dependerão dos indicadores econômicos. "Teremos de aguardar e ver", observou. Plosser disse estar "cautelosamente otimista" sobre as perspectivas econômicas e que deve ficar mais otimista com o passar do tempo. Ele afirmou ainda estar menos preocupado com a possibilidade de uma recuperação com dois vales, ou W, embora possam haver choques na economia.

Em relação a preços, Plosser disse que a inflação não é uma questão do curto prazo, mas "certamente há inflação prevista no médio e longo prazo". Muito dependerá do quão eficiente o Fed for no controle de seu balanço e da liquidez do sistema financeiro, previu. Ele não mostrou preocupação com a alta dos preços do petróleo. "Certamente o petróleo subiu, mas tem se mantido relativamente estável, flutuando entre US$ 60,00 e US$ 80,00 o barril. Esperamos que fique nessa margem, o que estará OK", afirmou. As informações são da Dow Jones. (Cynthia Decloedt)


FED/FISHER:PIB SUBIU 2,5% A 3% NO 3ºTRI;DESEMPREGO A 10% DEVE DURAR

FED/FISHER:PIB SUBIU 2,5% A 3% NO 3ºTRI;DESEMPREGO A 10% DEVE DURAR

Washington, 20 - A economia norte-americana expandiu-se menos do que o estimado no terceiro trimestre e levará tempo para que a taxa de desemprego caia para abaixo de 10%, disse o presidente do Fed de Dallas, Richard Fisher. Ele estima que a economia cresceu à taxa anualizada de 2,5% a 3% no terceiro trimestre, abaixo da estimativa divulgada pelo Departamento do Comércio em 29 de outubro de expansão de 3,5%. Fisher acrescentou que o crescimento econômico no quarto trimestre provavelmente será inferior ao do terceiro trimestre.

"A criação de emprego recupera-se muito lentamente", disse Fisher, acrescentando que "a economia ainda está flácida". A economia norte-americana recupera-se gradualmente de sua pior recessão desde a Grande Depressão da década de 1930. Embora tenha registrado crescimento no terceiro trimestre pela primeira vez em mais de um ano, a recuperação continua frágil, com a taxa de desemprego atingindo a máxima em 26 anos de 10,2% em outubro.

Desde o início da crise financeira em 2007, o Fed cortou drasticamente a taxa de juro, de 5,25% para próximo a zero, enquanto o governo reduziu impostos e elevou seus gastos para conter a depressão. A maior parte das autoridades do Fed tem dito nas semanas recentes que as taxas de juro permanecerão próximo a zero por algum tempo, enquanto a inflação estiver contida e a economia der sinais de fraqueza.

"Vejo um grande excesso de capacidade, um grande desemprego e significantes forças deflacionárias acontecendo", afirmou Fisher, que não é membro com direito a voto do comitê de política monetária do Fed. As informações são da Dow Jones. (Cynthia Decloedt)


PETROBRAS: UNIÃO NÃO PODERÁ USAR RESERVAS NA CAPITALIZAÇÃO

PETROBRAS: UNIÃO NÃO PODERÁ USAR RESERVAS NA CAPITALIZAÇÃO

São Paulo, 20 - Em razão das incertezas sobre o valor da cessão onerosa que será feita pela União à Petrobras, equivalente a 5 bilhões de barris de petróleo, o governo federal não poderá utilizar diretamente essas reservas na capitalização da companhia, uma vez que a Lei das SA não permite a revisão de valores de bens utilizados para aumento de capital.

Tanto governo como acionistas minoritários poderão utilizar títulos da dívida pública, que serão precificados a mercado. A Petrobras afirma que regras claras serão definidas no edital de convocação da assembleia geral extraordinária. Uma segunda assembleia será convocada para aprovar o valor dos títulos determinado em laudo de avaliação. Neste momento, só poderão votar os acionistas com direito de voto que não forem utilizar em sua integralização os títulos cujo laudo esteja em votação.

O valor do aumento de capital poderá ser de no mínimo o valor a ser pago pela cessão onerosa de reservas pela União, que ainda será definido, e no máximo até três vezes este valor.

Dependendo do valor do aumento de capital, a Petrobras prevê três possibilidades de pagamento da cessão onerosa. Na primeira hipótese de o valor da capitalização coincidir com o da cessão de reservas, o pagamento ao governo federal será feito com a integralidade dos títulos públicos recebidos da própria União, sendo que os recursos obtidos com o exercício dos minoritários irá para o caixa da empresa. Caso os títulos aportados pela União não sejam suficientes para pagar a totalidade da cessão onerosa, a Petrobras usará também parte dos recursos obtidos com os minoritários. Já se o valor da cessão onerosa for inferior à capitalização feita pela União, os títulos públicos recebidos do governo que excederem esse montante irão para o caixa da empresa, somando-se aos recursos aportados pelos minoritários.

(Equipe AE)


JAPÃO: GOVERNO DECLARA OFICIALMENTE QUE PAÍS ESTÁ EM DEFLAÇÃO

JAPÃO: GOVERNO DECLARA OFICIALMENTE QUE PAÍS ESTÁ EM DEFLAÇÃO

Tóquio, 20 - O governo do Japão declarou oficialmente nesta sexta-feira que o país entrou em deflação, e alertou que as contínuas quedas de preço podem trazer problemas para a nascente recuperação econômica. A fraqueza da demanda doméstica levou a segunda maior economia do mundo a entrar numa "fase deflacionária moderada", disse o governo, em seu relatório econômico mensal de novembro.

Esta é a primeira vez desde meados de 2006 que as autoridades dizem que o Japão está acometido por persistentes quedas de preço, que podem prejudicar a economia porque derrubam o lucro das empresas e aumentam o peso de suas dívidas. Isso leva os administradores das companhias a reduzir a força de trabalho e a adiar os investimentos. A declaração no relatório oficial sugere o temor do governo de que a queda dos preços provoque uma recessão de duplo mergulho.

Pelo segundo mês consecutivo, o governo deixou inalterada sua avaliação de que a economia está melhorando, de que a recuperação não está sendo puxada basicamente por fatores domésticos e de que permanecem os fatores de preocupação, como a taxa de desemprego relativamente alta.

Os preços têm caído durante grande parte do ano, mas recentemente emergiram sinais de que a deflação pode estar piorando, por causa da fraqueza econômica. Os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados na última segunda-feira mostraram que um indicador dos preços locais, o deflator da demanda doméstica, teve a maior queda em mais de 50 anos.

Com relação à política monetária, o relatório diz apenas que Tóquio "espera que o Banco do Japão (BOJ, banco central) conduza uma política flexível e apropriada", trabalhando em estreita colaboração com o governo para assegurar que a economia volte ao ritmo de crescimento com preços estáveis.

Antes da divulgação do relatório econômico, o vice-primeiro-ministro, Naoto Kan, disse que "o governo deveria combinar suas opiniões sobre deflação com as do BOJ". Na opinião de Kan, "há muito a ser feito no lado monetário para resolver a questão". O banco central concluiu nesta sexta-feira sua reunião de dois dias sobre a política monetária e decidiu manter inalterada a taxa básica de juros em 0,1%. Representantes do governo compareceram à reunião. As informações são da Dow Jones. (Hélio Barboza)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Card3

Parabéns aos que entraram! Agora é realizar lucro aí mesmo na faixa de 7,90 ou subir stop ainda mais...

Prga3


Novamente, atenção para o papel. Encontra-se na base do canal de baixa, com ótimo suporte a 40,85. Bom potencial de alta com pouco e calculado risco.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Prga3



Ativo em bom suporte, na casa dos 42,50 no gráfico diário e 42,10 no intraday. Dentro de uma canal de baixa em um período mais longo, sendo que praticamente na base do mesmo gerando bom risco retorno. Necessita romper 42,55 nos 60min. Objetivos no rompimento a 43,70 e depois 44,40.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Card3

Atenção! Ativo rompendo importante resistência de 6,10! Forte potencial para muita alta!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Painel 09/11

MOODY'S ELEVA PERSPECTIVA DE RATING DA CHINA PARA POSITIVO

MOODY'S ELEVA PERSPECTIVA DE RATING DA CHINA PARA POSITIVO

Pequim, 9 - A Moody's Investors Service elevou hoje a perspectiva para o rating da China de estável para positivo, citando a solidez financeira de Pequim à medida que o país emerge da crise financeira global. Mas a Moody's mostrou alguma cautela, mencionando que, entre os riscos a acompanhar que podem afetar novas ações positivas no rating, está avaliar se o programa de estímulo do governo chinês não distorceu as perspectivas de crescimento no longo prazo ou provocou aumento das bolhas de ativos.

A agência também elevou a perspectiva de rating de crédito de Hong Kong de estável para positivo. O rating de crédito da China é "A1" e de Hong Kong "Aa2".

A melhora da perspectiva da China foi a primeira feita por uma das grandes agências de classificação de risco desde que a crise global atingiu a economia no ano passado e acontece no momento em que cresce a confiança entre os formuladores de política da China e analistas de que a retomada da economia doméstica está se firmando.

"As autoridades chinesas conduziram de forma bem sucedida a economia durante a turbulência da crise financeira e recessão globais, e, adicionalmente, eles aparentam continuar vigilantes para proteger a estabilidade do sistema de futuras ameaças e desafios", disse Tom Byrne, vice-presidente sênior da Moody's.

Ele avaliou que, "embora as autoridades tenham orquestrado um enorme programa de estímulo econômico em resposta à crise global, os efeitos sobre as finanças do governo foram modestas e não parecem representar riscos que não possam ser administrados à solidez financeira do governo bastante elevada".

Ao mesmo tempo, a Moody's elevou de estável para positivo a perspectiva de crédito de sete bancos chineses: Industrial and Commercial Bank of China Ltd., China Construction Bank Corp., Bank of China Ltd., Agricultural Bank of China, China Development Bank Corp., Export-Import Bank of China, e Agricultural Development Bank of China. O sistema bancário da China também está saindo da crise em uma posição relativamente forte, apesar do boom de crédito que escorou o programa de estímulo de Pequim, disse a Moody's.

A Fitch Ratings e a Standard & Poor's mantêm perspectiva estável para a China. As informações são da Dow Jones. (Nathália Ferreira)

MERCADO SEGUE DANDO SINAIS DE ENTUSIASMO

MERCADO SEGUE DANDO SINAIS DE ENTUSIASMO

Josué Leonel, jornalista

São Paulo, 9 - De certa maneira, é possível explicar o padrão de reação dos mercados ao noticiário econômico recente da seguinte forma: a bolsa e demais ativos de risco reagem positivamente quando os números vêm bons e também quando vêm ruins. Mesmo quando algum dado se mostra muito decepcionante, como ocorreu com a taxa de desemprego divulgada nos EUA na última sexta, o efeito negativo é tênue e dura pouco. No caso do pregão de sexta, a baixa da bolsa de NY não durou nem sequer até o fechamento do pregão.

Como sempre, os analistas estão sempre prontos a explicar porque eventuais números ruins não derrubam a bolsa. Se um dado de atividade vem muito negativo, por exemplo, pode-se argumentar que aumentam as chances de os juros não subirem no ano seguinte, ou, se a alta se revelar inevitável, ela poderá se iniciar depois do esperado e ser mais branda. Por esta lógica, a bolsa deveria cair quando dados de atividade viessem bons, como foi o caso do PIB americano do terceiro trimestre. Mas o fato é que as bolsas, e também o petróleo, registraram alta expressiva no dia da divulgação do crescimento americano.

A reação positiva das bolsas nesta manhã, atribuída ao fato de os ministros do G-20 terem se comprometido a manter os estímulos econômicos, também não deveria ser suficiente para justificar, isoladamente, o otimismo dos investidores. Até porque, não se esperava nada diferente desta promessa dos dirigentes. Seria até possível raciocinar de maneira oposta: se os ministros vão manter o estímulo é porque ainda não estão seguros de que a economia global possa caminhar com as próprias pernas.

Também se pode argumentar, em favor do mercado, que há alguns fundamentos que se mostram mais sólidos na economia global. Se nos EUA os indicadores ainda têm alternados bons e maus resultados, na China, por exemplo, os dados divulgados nos últimos meses veem revelando um avanço sólido, quase sem intervalos de baixa. E o fato de que o país asiático vai divulgar vários dados de peso nesta semana poderia ser um bom motivo para sustentar o otimismo dos investidores desde já.

Um dos indicadores de maior peso que saem nesta semana na China é a produção industrial de outubro. Em setembro, o índice apontou alta fortíssima, de 13,9%. Números divulgados hoje pela agência Xinhua mostram que um dos setores da indústria chinesa, o automobilístico, continuou vigoroso no mês passado. As vendas de automóveis no país cresceram 37,7%, para 10,89 milhões de unidades, de janeiro a outubro em relação a mesmo período de 2008. Rao Da, diretor da Associação de Veículos de Passageiros da China, disse que a entidade prevê vendas de 13,5 milhões em todo o ano, 44% acima do ano passado, o que tornaria o mercado chinês o maior do mundo, à frente dos EUA.

No Brasil, o otimismo com a atividade econômica também tem sido crescente. Os investimentos na produção, muitos engavetados no auge da crise, têm dado sinais de retomada. Segmentos sensíveis ao crédito, como o imobiliário e o varejo, parecem os mais animados. A alta acumulada de mais de 70% do Ibovespa levanta a dúvida sobre se a aposta na retomada do crescimento econômico já não estaria devidamente precificada. Ademais, ainda restam desafios ao bom desempenho do País, sendo um deles a piora das contas públicas, que pode se agravar se o Congresso aprovar o reajuste mais generoso das aposentadorias. Dúvidas como esta, contudo, têm sido "marteladas" por muitos analistas já há algum tempo e até agora não tiveram qualquer impacto sobre o ânimo dos investidores.

Estaria ocorrendo um entusiasmo desmedido, que poderia resultar na formação de bolhas de ativos? Esta é mais uma pergunta que vale um milhão de dólares e, como sempre, ninguém sabe a resposta correta. Até porque, ainda que o mercado já tenha entrado em uma bolha, nada impede que investidores possam surfar na onda de otimismo por algum tempo se o estágio de bolha estiver apenas em seu início. E, com ou sem bolha, o fato é de que os trilhões de dólares injetados por governos na economia em vários países continuam irrigando a liquidez e estimulando apostas no risco.

(Josué Leonel é colaborador da AE e comentarista da Rede Eldorado)

ALEMANHA: PRODUÇÃO INDUSTRIAL CRESCE 2,7% EM SETEMBRO ANTE AGOSTO

ALEMANHA: PRODUÇÃO INDUSTRIAL CRESCE 2,7% EM SETEMBRO ANTE AGOSTO

Berlim, 9 - A produção industrial da Alemanha cresceu 2,7% em setembro em comparação com agosto. O resultado superou a previsão média de analistas consultados pela Dow Jones, que era de expansão de 1,0%, e foi liderado pela indústria de transformação. A produção de bens de capital cresceu 5,9%, de acordo com o ministério da Economia do país. As informações são da Dow Jones. (Marcílio Souza)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Alll11


Após muito tempo congestionado, o papel dá sinais de que quer alcançar novos patamares. Objetivo em 16,00 com suporte fortíssimo a 13,50.

Petr4


Perfeito canal de alta em petr4.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ibov


Enquanto abaixo de 64.100, compras devem ser trabalhadas para o curtíssimo prazo (daytrade). Suportes a 60.960 e por último 60.060.

Vcpa3


Ativo indo de encontro para o suporte de grande força entre 21,70 e 22,40. Atenção para movimento de repique, que neste caso, pode gerar um belo lucro pela intensidade da queda.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ibov


É de grande importância acompanhar os próximos dias do mercado. Perdendo essa LTA que vem desde março, podemos atravessar dias mais instáveis.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Ibov


Mercado de lado. Não adianta falar que vai cair porque está alta ou esticada demais. Estava alta para muitos a 58, 60, 62, etc. Sempre fazendo bandeira e subindo novamente. Agora parece montar bandeira de novo, porém, atenção para um detalhe: OBV ja perdeu suporte e trabalha abaixo do último fundo montado no ibovespa. Não sou fã número 1 do indicador, mas é algo para se atentar. O mais importante no momento é o suporte a 64.540.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Painel 26/10

EUROPA:DÓLAR CAI C/ALTA DE BOLSAS E COMENTÁRIO SOBRE RESERVA/CHINA

EUROPA:DÓLAR CAI C/ALTA DE BOLSAS E COMENTÁRIO SOBRE RESERVA/CHINA

Londres, 26 - O dólar opera pressionado nesta manhã pela retomada do apetite por risco pelos investidores no exterior e por documento de um membro do Banco do Povo da China sobre diversificação das reservas chinesas, defendendo aportes maiores em euros e ienes. Embora, na sequência, o governo chinês tenha dito tratar-se de uma opinião particular e não de uma política do banco, a notícia afetou o dólar, que tem tido seu status de moeda internacional de reserva bastante questionado em meio a atual crise econômica e financeira. O euro subiu até US$ 1,5064, a maior cotação desde 11 de agosto de 2008, após a divulgação do documento chinês.

A ausência de comentários contrários à apreciação do euro do membro do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), Christian Noyer, durante uma apresentação em Cingapura, também ajudou a sustentar a moeda europeia acima de US$ 1,50. A alta do euro das últimas semanas pode ameaçar o processo de recuperação econômica em algumas regiões da zona do euro, portanto, o mercado está alerta à possibilidade de intervenção verbal das autoridades. Analistas disseram que o silêncio de Noyer nesta segunda-feira sugere que a tolerância das autoridades pode estar maior do que o antecipado pelo mercado.

A libra esterlina, por sua vez, foi atingida por especulações de que o Banco da Inglaterra irá anunciar a ampliação de seu programa de flexibilização quantitativa em 50 bilhões de libras esterlinas após o próximo encontro de política monetária, em 5 de novembro. Mas já operava em alta.

A libra esterlina já caiu US$ 0,04 contra o dólar desde o anúncio na sexta-feira de contração de 0,4% da economia britânica no terceiro trimestre, contrariando as estimativas de que o país sairia da recessão. O dado sugeriu que a recuperação britânica pode acontecer depois de outras grandes economias e que o Banco da Inglaterra terá de manter seu programa de flexibilização monetária por um período maior do que outros bancos centrais.

As informações são da Dow Jones. (Cynthia Decloedt)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Btow3

Outro alvo acertado, porém desta vez, com ganho mais expressivo, pois o papel estava na casa dos 46-47 e foi para meu objetivo até a máxima de 57,00.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Btow3
A pedidos, vejo que btow3 esticou muito e fez um belo rally. Pela inclinação, não consigo imaginar que uma entrada neste papel tenha bom risco x retorno, mas para quem já está no papel, também não deu mínimos sinais de exaustão ainda. Vejo espaço para 55,40 - 57,75 e suporte nesta LTA do gráfico intraday. Apesar desta linha de suporte ser um bom parâmetro para stop, provavelmente o papel formará uma congestão, e não simplesmente cairá sem o menor aviso, mas é sempre importante termos algo em que se agarrar no momento de uma realização.

Ibov

Ibovespa intraday formando um diamante, figura que se rompida gera um movimento forte para cima ou para baixo dependendo do lado de ruptura. Neste caso, o volume não é confirmação de rompimento para baixo, porém gera um alerta para a alta sem força deste dia.

Ggbr4


Este ativo terá grande dificuldade em vencer esta barreira de 29,80. Já chegou a negociar bons lotes acima de 30,00, porém nitidamente, aproximando do fechamento do pregão, ele demonstra sua fraqueza momentânea, voltando abaixo da casa dos 30,00, fechando abaixo de 29,80.

O rompimento da faixa de 29,80-30,00, inclusive sendo confirmado no período semanal, deixa o ativo com espaço para buscar gradualmente seu topo histórico!

Cpfe3

O papel, como demonstrado no post do dia 28 de setembro, rompeu a figura de cunha e fez um bom rally até a resistência de 33,00, inclusive atingindo último topo como imaginado.

É sempre bom frequentar os ativos ao lado direito do blog, pois muitas vezes eles fornecem informações interessantes, mas não consigo atualizar todos constantemente.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cpfe3


Atenção para o papel que formou uma cunha descendente, com implicações altistas. Caso rompa, ativo pode facilmente buscar os 33,00 com maior probabilidade de testar o último topo. Além da configuração interessante, o setor energético é sempre considerado defensivo, seja com bolsa esticada ou em queda.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ibov

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Painel 21/10

ENTREVISTA:IOF TRAZ RISCO ALTÍSSIMO DE PERDA DE LIQUIDEZ, DIZ FRAGA

ENTREVISTA:IOF TRAZ RISCO ALTÍSSIMO DE PERDA DE LIQUIDEZ, DIZ FRAGA

São Paulo, 21 - O ex-presidente do Banco Central (BC), sócio-fundador da Gávea Investimentos e presidente do Conselho de Administração da BM&FBovespa, Arminio Fraga, considera que a taxação do IOF nos fluxos estrangeiros para a Bolsa traz “riscos altíssimos” de desviar a liquidez do mercado acionário brasileiro para o exterior, prejudicando médias empresas e contribuindo para concentrar mais o poder econômico no Brasil. Em entrevista ao repórter Fernando Dantas, do Estado de S.Paulo ele frisa, porém, que considera totalmente legítima a preocupação do governo com o câmbio. Da França, em férias, ele falou com o Estado por telefone.

Estado - O que o sr. achou do IOF nas aplicações de renda fixa e na Bolsa?

Armínio Fraga - Acho que a preocupação do governo com câmbio é legítima. Mas, do ponto de vista do mercado de capitais, a tributação, da bolsa especialmente, me parece trazer poucos benefícios e altíssimos custos. Espero que em algum momento essa política possa ser revista. O Brasil está indo bem, está se destacando, e isso cria realmente um interesse muito grande. Como lidar com essa abundância de capitais é um problema. Um bom problema, melhor que o oposto, mas que merece ser debatido, analisado e ter respostas que tragam genuinamente benefícios para o País. Sempre há custos, mas não vejo na tributação de investimentos de curto prazo (em renda fixa) algo que tenha consequências tão graves quanto a tributação de investimentos na Bolsa. Não estou defendendo tributar o instrumento de curto prazo, mas acho que, em comparação com a Bolsa, os custos são menores.

Estado - Por quê?

Fraga - A Bolsa no Brasil está se desenvolvendo bem e se tornando uma fonte de capital importante para o crescimento e o desenvolvimento. O capital da Bolsa, esse que as empresas estão levantando todo dia no mercado, é o capital de mais longo prazo que existe. Quando uma empresa emite uma ação, o dinheiro não sai mais de lá. Alguém pode mudar de ideia e querer vender, mas isso são outros quinhentos. O capital produtivo está lá e fica. Esse capital precisa ser bem tratado, o que significa, para nós, ter no Brasil um centro de liquidez. E a nossa Bolsa é de fato um centro de liquidez local, e potencialmente regional, especialmente para as empresas médias. Essa liquidez é muito importante para ter um mercado de capitais vibrante e, se a perdemos para os mercados internacionais, vai haver um custo elevado e de reversão difícil. Houve o caso da Libor. O mercado de juros em dólar cresceu e se desenvolveu, num certo período, mais no exterior do que nos Estados Unidos, em função de tributação - o “L” de Libor é Londres.

Estado - É alto o risco de migração de liquidez?

Fraga - É um risco altíssimo num mundo mais globalizado: o capital vai para onde pode se movimentar sem fricções. As maiores empresas podem ter liquidez fora do Brasil. Mas penso que isso não é do nosso interesse porque, com o tempo, faria o mercado local minguar. Não existe espaço no mundo para muitos mercados de peso, e o Brasil tem todas as condições de ter o seu. Mas, para que isso ocorra, é preciso ter a participação de investidores do mundo inteiro, de curto, médio e longo prazos. O mercado é feito disso. É muito mais simpático atrair investimento de longo prazo,mas os mercados não funcionam sem todas aquelas dimensões. Quando se tira a dimensão da liquidez, deixa de ser interessante.

Estado - A medida afeta mais as empresas médias?

Fraga - Com certeza. O mercado para elas já não é muito líquido. Se se retira essa importante fonte de liquidez, que vem de fora, a coisa se complica ainda mais. Aliás, uma característica do mundo econômico-financeiro global hoje é uma certa tendência à concentração. Acho que o governo tem obrigação de ficar de olho nisso e tentar interferir para que esse processo não vá longe demais. Não é bom ter uma economia muito concentrada, muito monopolizada. O cidadão e o consumidor saem perdendo, assim como o dinamismo da economia. Quem pode perder também é o empresário brasileiro que nunca teve acesso a capital, que não faz parte dos grupos antigos, tipicamente muito concentrados.

Estado - O que poderia se fazer para segurar o câmbio?

Fraga - Acho que o Estado tem um papel, sim, de administrar a volatilidade dos mercados, mas não penso que aquele seja o caminho. Em relação ao câmbio, especificamente, a política fiscal é um instrumento indireto que pode ser dos mais eficazes. Se houver um ajuste, com visão de longo prazo e credibilidade, acho que há um enorme espaço para derrubar as taxas de juros, e isso teria um impacto proporcional no câmbio. E, se houvesse o desejo do governo de uma intervenção mais agressiva no mercado de câmbio, ela custaria muito menos, por causa dos juros baixos. A meu ver, essa seria a resposta mais poderosa.

Estado - E o IOF vai funcionar?

Fraga - Vejo algum impacto de curto prazo de medidas que afetem o fluxo de curto prazo (de renda fixa). Mas acho que no médio prazo não tem. Não vejo muita mágica aí, não. Uma possibilidade para se ter o câmbio mais desvalorizado - e não quero parecer sarcástico - viria pelo lado negativo, se tivéssemos problemas,conduzíssemos mal nossa política econômica. Isso poderia ter um impacto, minar a confiança, e aí faria o câmbio subir. O que não seria bom.

Estado - O sr. se preocupa com a possibilidade desse tipo de deterioração no fim do governo?

Fraga - Tenho uma preocupação antiga, que não é de final de governo nem é deste governo. Ela, inclusive, vem desde o governo anterior, do qual fiz parte. Diz respeito a um certo descontrole do gasto público, que me preocupa muito. Há também, por outro lado, tanto aqui como no resto do mundo, o risco de alguma perda de disciplina no fim do governo. Mas o Brasil está numa trajetória boa, e continuo otimista. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. (Fernando Dantas)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Jhsf3

Um dos papeis que mais deu alegria aos investidores. Relembrando:

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Jhsf3

Este é um ativo com enorme potencial. Graficamente não existe qualquer resistência pela frente, somente a 5,40. Apesar disto, claramente o papel montará novos níveis de suporte e resistência pelo caminho, mas realmente, rompeu a casa dos 2,00 (suporte 1,80) e sugere que ainda tem muito o que "andar".

Painel 15/10

Bolsa brasileira está mais atraente que a chinesa, diz Goldman Sachs

Bolsa brasileira está mais atraente que a chinesa, diz Goldman Sachs

Por Francine De Lorenzo
Num bate-papo com jornalistas nesta manhã, Jim O´Neill, chefe de Pesquisa Econômica Global do Goldman Sachs e criador do termo BRICs, usado para designar o grupo que reúne os quatro principais países emergentes - Brasil, Rússia, Índia e China -, falou sobre suas percepções a respeito da economia brasileira neste momento pós-crise financeira. Muito animado, O´Neill demonstrou profundo otimismo com o Brasil, destacando que "ainda está tentando descobrir algo que possa dar errado no país".


"Eu acho que a tendência de crescimento do Brasil vai continuar. O país está numa posição muito confortável, e a forma como lidou com a crise é uma prova disso. Agora, o Brasil está sendo recompensado por todas as políticas adotadas, e o mundo está começando a tratar o país como um lugar sério", disse.


A forte entrada de recursos estrangeiros no país é uma mostra disso. Neste ano, os investidores de outros países colocaram na bolsa brasileira quase 20 bilhões de reais, puxando uma valorização de mais de 70% no Ibovespa. Apesar da forte alta, O´Neill acredita que o indicador ainda tem espaço para subir. "O mercado de ações brasileiro está mais atraente que os de China e Índia", afirma.


O´Neill não é o único a esperar mais valorização para as ações brasileiras. Especialistas no Brasil e os próprios investidores estrangeiros apostam na força do mercado local. A recuperação mundial, na opinião de O´Neill, acontecerá em 'V'. Ou seja, após o tombo, o mercado voltará a subir fortemente. Mas as estimativas do chefe de Pesquisa Econômica Global do Goldman Sachs restringem-se a um período de seis meses. "Ainda não temos indicadores claros que permitam ver como será a reação do mercado mais adiante", diz.


Quando a questão é a economia real brasileira, O´Neill enxerga mais longe. Para ele, é possível que o Brasil esteja entrando num longo período de forte expansão, em que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça num ritmo de 5% ao ano. Outros especialistas consultados pelo Portal EXAME também esperam um crescimento econômico por volta de 5% a partir do ano que vem. Mas para aqueles que veem no Brasil o potencial da China, fica o recado de O´Neill: é um exagero achar que o país conseguirá chegar aos 10% de crescimento anual tão cedo. "Para isso, é preciso ter mão-de-obra, e o Brasil não tem tudo isso."


Atingir 7% de expansão ao ano, entretanto, não seria um sonho tão distante. O caminho, de acordo com o chefe de Pesquisa Econômica Global do Goldman Sachs, seria o Brasil enfrentar seus três pontos fracos: 1-) a baixa participação de investimentos no PIB, 2-) a pouca abertura econômica, 3-) os grandes gastos do governo. "O Brasil tem de incentivar o investimento estrangeiro direto. Aumentando essa participação - que está diretamente relacionada à abertura econômica - é possível crescer mais rápido", diz.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Embr3



O gráfico semanal de embr3 já dá sinais de que está querendo formar um movimento altista de maior consistência. No intraday, temos como resistência imediata, 10,24 que se rompido leva o ativo rapidamente para a resistência de 10,65, e depois 11.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Ccim3

Para quem deixou na lista de acompanhamento, e aguardou o rompimento do canal, parabéns!


Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Ccim3





Um papel que em praticamente todos os tempos está indicando mais alta é ccim3. O único gráfico que ainda necessita de uma confirmação para dar procedimento é o intraday, no caso, 60 minutos. Ativo está montando uma flâmula no semanal, que costuma ser padrão de continuação e segue acumulando acima de 4,30 (suporte) no diário. O rompimento do canal nos 60 minutos pode indicar retomada da tendência com objetivo a 6,00 (se rompido joga para 7,44).

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Painel 12/10

S&P emenda 6a alta e tem nova máxima em 2009

S&P emenda 6a alta e tem nova máxima em 2009

NOVA YORK (Reuters) - O índice S&P 500 registrou alta pela sexta sessão seguida nesta segunda-feira, atingindo o maior patamar de fechamento do ano, puxado pelas ações do setor de energia, em meio à alta do petróleo.

Contudo, o mercado perdeu um pouco de força no período da tarde e o termômetro de tecnologia Nasdaq terminou estável, conforme investidores optaram pela realização de lucros antes da temporada de resultados corporativos nos Estados Unidos se intensificar.

A volatilidade foi alimentada por um baixo volume de negócios, com muitos participantes do mercado ausentes em razão do feriado Columbus Day.

"Estamos vendo a cautela assumir a liderança aqui, com as pessoas começando a realizar lucros na esperança de que não veremos um grande movimento depois que algumas das maiores companhias anunciarem os resultados nos próximos dias", disse Michael James, trader sênior do banco regional de investimentos Wedbush Morgan, em Los Angeles.

Os balanços dos principais bancos estarão no centro das atenções nesta semana, com JPMorgan Chase & Co, Citigroup, Goldman Sachs Group e Bank of America Corp prestes a divulgar os números.

Outros importantes anúncios nesta semana incluem a Intel e o Google.

Com os últimos dois trimestres marcados pelo corte de custos e dispensas temporárias de empregados, analistas estão à espera de sinais de crescimento na receita nos resultados corporativos.

As ações da Black & Decker saltaram 7,6 por cento, para 50,82 dólares, após a companhia ter elevado sua projeção de lucro no terceiro trimestre, citando exportações melhores que o esperado.

O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, subiu 0,21 por cento, para 9.885 pontos. O indicador Standard & Poor's 500 teve valorização de 0,44 por cento, para 1.076 pontos. O Nasdaq teve variação negativa mínima de 0,01 por cento, para 2.139 pontos.

O S&P atingiu a máxima diária de 2009, de 1.079 pontos, antes de reduzir os ganhos, mas manteve a mais longa série de alta desde um rali também de seis dias observado entre o final de maio e o começo de junho de 2007.

Analistas disseram que o indicador enfrenta resistêncua em torno do nível de 1.080 pontos.

Os papéis da Chevron e da Exxon Mobil foram os maiores impulsos do índice Dow Jones, conforme o otimismo sobre uma recuperação econômica elevou em 2,1 por cento os preços do petróleo.

O Google avançou 1,5 por cento depois de vários analistas elevarem o preço-alvo de suas ações antes da divulgação dos resultados do terceiro trimestre.

Philips eleva otimismo do mercado e bolsas europeias sobem

Philips eleva otimismo do mercado e bolsas europeias sobem

LONDRES (Reuters) - O principal índice de ações da Europa terminou em alta nesta segunda-feira, com a gigante holandesa Philips ajudando a reforçar a confiança dos investidores na temporada de resultados do terceiro trimestre, ainda em seu início.

O índice FTSEurofirst 300, referência das principais ações europeias, subiu 0,7 por cento, para 1.005 pontos, maior fechamento desde 23 de setembro.

O indicador acumula alta de mais de 55 por cento desde sua baixa histórica em 9 de março, conforme os investidores ficam mais confiantes com as perspectivas da economia global.

As ações da Philips subiram 7,7 por cento após a empresa apresentar resultados melhores que o esperado, com a maior fabricantes de produtos eletrônicos da Europa colhendo os benefícios de medidas de corte de custo.

"Os resultados de empresas como a Philips são importantes, e outras empresas também estão apresentando lucros decentes", afirmou Franz Wenzel, estrategista na AXA Investment Managers, em Paris. "É a base da reestruturação, mas isso não é um problema nessa situação. Está ajudando ao mercado ganhar força".

Ele acrescentou: "As outras principais razões para o rali do mercado ainda estão em curso. A macroeconomia está melhorando. E, importante, ainda temos ampla liquidez".

As ações de empresas de tecnologia também avançaram, com a Siemens e a Nokia subindo 2,7 e 2,2 por cento respectivamente.

A Alcatel-Lucent cresceu 4,9 por cento, ajudada por uma melhora no rating pelo Societé Génerale, que elevou sua recomendação de "vender" para "manter".

Os bancos também tiveram um dia de ganhos. O Banco Santander, Deutsche Bank e UBS subiram entre 0,8 e 2,1 por cento.

Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em alta de 0,94 por cento, a 5.210 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX teve oscilação positiva de 1,25 por cento, a 5.783 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 1,22 por cento, para 3.845 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib avançou 1,56 por cento, para 24.140 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 declinou 0,05 por cento, para 11.748 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 teve variação positiva de 1,06 por cento, a 8.842 pontos.

(Reportagem de Brian Gorman)

Mercado americano e adrs brasileiros em alta

http://finance.yahoo.com/q/cq?d=v1&s=^dji+^spc+^ixic+ABV+ara+bak+bbd+brp+btm+caigy.pk+cbd+cig+cpl+elp+emt+erj+ewz+ggb+itu+netc+pbr+pbra+pda+rio+rio-p+sda+sid+tbh+tcn+tmb+tne+tsp+tsu+tx+ubb+ugp+usnzy.pk+vcp

Dji = Dow Jones
Spc = S&P 500
Ixic = Nasdaq

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Painel 07/10

EUA: LUCRO DA ALCOA CAI A US$ 77 MI NO 3º TRI, MAS SUPERA PREVISÕES

EUA: LUCRO DA ALCOA CAI A US$ 77 MI NO 3º TRI, MAS SUPERA PREVISÕES

EUA: BERNANKE FALA NESTA 5ªFEIRA; PEPSICO DIVULGA BALANÇO

EUA: BERNANKE FALA NESTA 5ªFEIRA; PEPSICO DIVULGA BALANÇO

EUA: AMANHÃ SAEM DADOS DE ESTOQUES NO ATACADO E AUXÍLIO-DESEMPREG0

EUA: AMANHÃ SAEM DADOS DE ESTOQUES NO ATACADO E AUXÍLIO-DESEMPREG0

Nova York, 7 - Nesta quinta-feira, o Departamento do Comércio divulga o indicador de estoques e vendas no atacado, enquanto o Departamento do Trabalho divulga seu relatório semanal de pedidos de auxílio-desemprego. Todos os horários são de Brasília. (Suzi Katzumata)

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Ccim3





Um papel que em praticamente todos os tempos está indicando mais alta é ccim3. O único gráfico que ainda necessita de uma confirmação para dar procedimento é o intraday, no caso, 60 minutos. Ativo está montando uma flâmula no semanal, que costuma ser padrão de continuação e segue acumulando acima de 4,30 (suporte) no diário. O rompimento do canal nos 60 minutos pode indicar retomada da tendência com objetivo a 6,00 (se rompido joga para 7,44).

Painel 05/10

ÍNDICE DE LIQUIDEZ DA A.BERNSTEIN ATINGE EM SET. MAIOR ALTA DO ANO

ÍNDICE DE LIQUIDEZ DA A.BERNSTEIN ATINGE EM SET. MAIOR ALTA DO ANO

Nova York, 5 - O Índice de Fluxo de Liquidez apurado pela gestora de ativos AllianceBernstein dá suporte à perspectiva de recuperação econômica nos Estados Unidos apesar dos riscos de curto prazo, de acordo com o diretor e economista da instituição norte-americana, Joseph Carson. O analista informa que o índice atingiu 6,3% em setembro, registrando a maior alta do ano, e já ultrapassa o nível de 5% apurado durante os processos de recuperação econômica após as recessões do início de 1990 e de 2001.

O índice de liquidez da AllianceBernstein é composto por medidas relativas ao crescimento da base monetária, crescimento do crédito às corporações e às famílias e flutuação de ativos financeiros de elevada liquidez. Carson defende que o índice é um bom sinalizador sobre a performance futura do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA e observa que ainda é cedo para saber se o indicador já atingiu o pico ou se tem mais para avançar.

O índice, com histórico de dados desde 1970, permite o acompanhamento do fluxo financeiro dentro da economia norte-americana e ainda fornece sinais sobre a sustentabilidade da recuperação econômica, uma vez que tem correlação elevada com setores que se expandem ou se contraem em sintonia com o ciclo econômico.

No início do ano, os ganhos do índice de liquidez antecipavam o processo de retomada da atividade econômica esperado para o semestre corrente de 2009. Carson aponta que a recuperação da economia começou no país entre os meses de junho e julho.

No nível atual de 6,3%, o índice da AllianceBernstein excede o nível de 5% registrado durante as retomadas econômicas do início de 1991 e de 2002, mas está abaixo dos ganhos de 8% e 9% registrados, respectivamente, nas recuperações da década de 1970 e do início da década de 1980.

Daqui para frente, Carson diz que é importante avaliar o comportamento do índice para entender a força do crescimento econômico no país. Ele lembra que nos processos de retomada econômica do início de 1991 e na recuperação de 2002 o índice atingiu 5%, mas depois começou a mostrar instabilidade. Esta oscilação estava antecipando o que viria a se confirmar como retomadas anêmicas destes casos estudados.

No processo de recuperação atual, um risco para o fluxo de liquidez no país no curto prazo é uma eventual alta da inflação e uma concomitante elevação da taxa básica de juro. "Juro em elevação iria desacelerar o crescimento da liquidez", afirma o diretor da gestora. Mas, também para o curto prazo, Carson estima que a capacidade ociosa na economia local ainda deva manter a inflação amena ao longo de 2010.

Ao final de 2010, no entanto, o cenário central do economista da AllianceBernstein prevê que o juro básico estará em 2% no país, ante o nível atual que oscila entre zero e 0,25%. Mas também até o fim de 2010 Carson acredita que uma outra força para o incremento da liquidez no país - o crédito - já terá entrado em ação. Até lá, ele estima que o ciclo de concessão de crédito no país deverá ter se tornado uma força capaz de dar suporte ao fluxo de liquidez e, em consequência, ao crescimento econômico.

Diferentes fontes de liquidez influenciam os diversos estágios de um processo de recuperação, explica ele. Na fase inicial da retomada, ou seja, a fase em que o país se encontra atualmente, é a liquidez alimentada pelos os ativos financeiros que dá o impulso para o crescimento econômico. A principal razão para isso é que, nesta fase inicial da recuperação econômica, as famílias continuam reduzindo a carga de endividamento e as corporações ainda estão ajustando os níveis de estoques - o que significa que a concessão de crédito ainda não é o forte do processo de retomada.

No meio da recuperação econômica, ou seja, no fim do primeiro ano da recuperação (no processo atual seria na segunda metade de 2010), então, o impulso maior deverá vir do crédito concedido às empresas e aos consumidores. Afinal, depois de encerrada a fase de redução de endividamento das famílias e dos ajustes dos estoques pelas corporações, o processo de retomada econômica irá gerar nova necessidade de financiamento e também oportunidades para investimento. Assim, na metade final do próximo ano, quando o ciclo de concessão de crédito estiver dando suporte à recuperação, uma elevação do juro básico abrandaria o crescimento da liquidez, mas sem provocar uma queda acentuada. (Nalu Fernandes)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Ibov


Provavelmente índice sofrerá força compradora novamente na faixa de 60.200, podendo chegar no limite de 59.750. Este número não pode ser perdido pois abriria espaço para uma realização de maior intensidade. Enquanto acima de 59.750, o mercado dá sinais de que está acumulando para novo movimento de alta.

Painel 01/10

S&P-500 CAI 27 PTS (2,58%) E FECHA EM 1.029 PTS

S&P-500 CAI 27 PTS (2,58%) E FECHA EM 1.029 PTS

DOW JONES CAI 203 PTS (2,09%) E FECHA EM 9.509 PTS

DOW JONES CAI 203 PTS (2,09%) E FECHA EM 9.509 PTS

BOLSAS: EUROPA ENCERRA EM QUEDA PELO TERCEIRO DIA

BOLSAS: EUROPA ENCERRA EM QUEDA PELO TERCEIRO DIA

SÃO PAULO, 1 de outubro de 2009 - As bolsas europeias encerraram a quinta-feira em queda, pelo terceiro dia consecutivo. Os negócios foram influenciados negativamente pelo recuo da atividade na indústria norte-americana, que ficou em 52,6 pontos em setembro de 2009, ante 52,9 pontos no mês anterior. O dado trouxe incertezas sobre a recuperação econômica do país.

O FTSE-100, de Londres, caiu 1,68%, aos 5.047 pontos; o DAX, de Frankfurt, perdeu 2,13%, aos 5.554 pontos; e o CAC-40, de Paris, recuou 1,97%, para 3.720 pontos. No mesmo sentido, as bolsas de Milão e Madri tiveram desvalorização de 1,79% e 2,02%, respectivamente.

Os investidores acompanharam também indicadores econômicos e previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a Europa. O órgão estima que a economia da zona do euro sofrerá este ano uma queda do 4,2%, mas em 2010 se recuperará e apresentará um crescimento, embora leve, de 0,3%.

Quanto aos dados da economia, foi revelado que a taxa de desemprego nos 16 países que compõem a zona do euro avançou para 9,6% em agosto deste ano, contra 9,5% em julho. Este é o maior dado para a região desde março de 1999. Já nos 27 países que compõem a União Europeia, a taxa de desemprego atingiu 9,1% em agosto deste ano, com incremento de 1 ponto percentual em relação ao mês anterior, caracterizando o maior índice de desocupados para a região desde março de 2004.

Por sua vez, o Índice Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria na zona do euro avançou para 49,3 pontos em setembro deste ano, contra 48,2 pontos em agosto. Na Alemanha, o mesmo indicador cresceu para 49,6 pontos em setembro deste ano, contra 49,2 pontos em agosto. E no Reino Unido, recuou para 49,5 pontos em setembro deste ano, contra 49,7 pontos em agosto. Vale lembrar que toda marcação inferior a 50 pontos indica retração.

(Redação - Agência IN)